Senadores do Conselho de Ética com pendências judiciais: Oito parlamentares que fazem parte do colegiado do Senado respondem a cinco ações penais e 17 inquéritos no Supremo entre eles está o senador Wellington Dias (PT-PI) com os seguintes processos:
Inq 3363 – Crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral (prevaricação)
Data de autuação: 17/11/2011
Inq 3196 – Peculato
Data de autuação: 18/05/2011
O que antes se chamava de base aliada ao governo do então governador Wellington Dias se transformou num bando de saudosistas que ainda pelas ruas chorando a decisão da liderança municipal do PT de levar o partido a apoiar o nada simpático prefeito de Teresina, Elmano Ferrer.
O mais sentido, compadecido, extremado, sensibilizado e surpreendido é o presidente da Assembléia Legislativa. Não controlasse um dos maiores orçamentos do Piauí (por volta dos 200 milhões de reais) poder-se-ia dizer que Themistocles Filho é visionário desses que clamam no deserto.
Suas propostas são indizíveis, mas aceitas pela mídia estreita e de pouco siso de Teresina: quem haveria de levantar-se contra o homem que emprega a grande maioria dos jornalistas da cidade.
Pode-se comparar a derrota de Wellington Dias no âmbito do PT como sucessor químico, ou com um SCC (Stress Cracking Corrosion) quebra de elemento metálico submetido a intenso desgaste. Seria mais ou menos o crescimento de trincas em um ambiente corrosivo. Esse processo pode conduzir à falha súbita e inesperada de metais dúcteis submetidos a tensão de tração, especialmente em temperatura elevada. O processo ocorre na forma de explosão provocada pelo desgaste da mesma forma que um indivíduo surta ao não conseguir enfrentar e superar o stress.
O ex-governador e atual senador submeteu-se ao stress por imaginar que ainda mantinha o controle sobre a temperatura do recinto partidário, imaginando seus quadros como dóceis criaturas incapazes de reações. Ora, enumerar episódios que contribuíram para esse stress é elementar. Curioso é observar porque esse político não teve condições de recuar ao perceber que o cracking (quebra, rompimento) estava tão próximo.
Wellington Dias tem a assessora-lo grupo fundamentalista arrogante que não olha para os lados, Isso ocorre porque esse político tem vencido tantas eleições que não pode mais ser derrotado. Sua constituição assumiu composição inoxidável blindada contra críticas, campanhas e falhas pessoais. Nada consegue arranhar sua imagem. Como foguete criado para escapar ileso a todo tipo de ataque inimigo. Blindado contra agressões exteriores, porém, com estrutura comprometida pelo stress não suportou o desgaste interno.
Super homem, cibernético, robocop, intangível, irresistível, imbatível e sem coração. Estendeu seu manto dominador sem perceber aos seus pés aflitos seguidores que lhe imploravam atenção como João de Deus, Flora Isabel, Cicero Magalhães tombados como monumentos à vitória do grande líder na eleição de 2010. Demais, o PT é saudosista, amargurado, ressentido. Ninguém lhe perdoou o castigo a que submeteu ainda Antonio José Medeiros, Antonio Neto e Nazareno Fonteles, este último com duas derrotas eleitorais seguidas no seu diário de bordo. Uma para prefeito em pleno reinado wellingtoniano outra na escaramuça partidária em que coligações deram resultados negativos.
Já para os amigos mais chegados, o grande homem teve branduras de mãe carinhosa e atenta aos apetites de seus favoritos: transformou Assis Carvalho em deputado federal; fez da própria mulher deputada estadual. Isso tudo sem olhar em volta, sem contabilizar prejuízos. Os que ficaram foram brindados com cargos de curta duração no governo supostamente aliado. Isso lhes não assegura nenhum tipo de sustentação no cenário político que a eleição municipal começa a desenhar.
Em grande parte, essa engenharia política tem mentor e gerente; cientista e executor nas pessoas de João Vicente Claudino que mandou Elmano Ferrer abrir as portas da prefeitura aos desempregados que se viram sem renda e sem emprego ao final da era petista. Quem executou o plano foi Cícero Magalhães ainda atordoado com a derrota de 2010. Devolvido ao mandato depois da eleição de Paulo Martins a prefeito de Campo Maior, Cícero Magalhães foi à tocaia com rapadura e cabaça esperar Wellington Dias e com este acertar as contas. Ao stress de Wellington Dias alinharam-se a alienação dos chamados cardeais do partido: Nazareno, Antonio Neto, Antonio José não vieram a público defender a tão cara unidade partidária na pessoa da mulher do senador.
Quem ficou ao lado de Wellington Dias e da sua mulher no confronto com petistas sediciosos alinhados na trincheira municipalista? Só a mídia aliada do governador de ontem e por algum motivo ainda leal ao senador derrotado de hoje.
Dizia mestre Leonel Brizola que o prato da vingança come-se frio começando pelas bordas. Wellington Dias vê a unidade partidária dissolver-se a olhos vistos: baixo índice de comparecimento à eleição do dia 25, maioria de votantes contrários à sua tese da candidatura própria de Rejane Dias à prefeitura de Teresina.
Tudo que aconteceu no passado são elementos residuais que colaboraram para surgimento de crostas no edifício petista que se estenderam ao senador, levando-o primeiro ao desespero, depois a um processo de fendas na unidade que contaminou todo o elemento físico. E aí a derrota para seus companheiros.
O ex-governador do Piauí, senador Wellington Dias (PT-PI), emprega em seu escritório no estado o ex-prefeito de São Pedro do Piauí, Higino Barbosa Filho, cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral em 3 de novembro de 2009 por abuso de poder econômico e captação irregular de votos. Ele responde a três ações por improbidade administrativa. Wellington alegou que o processo não transitou em julgado — embora Higino tenha sido afastado do mandato por decisão judicial.
Levantamento realizado pelo jornal O Globo com base no Quadro de Servidores Efetivos e Comissionados demonstra que dos 81 senadores, pelo menos 25 (30%) abrigam em seus escritórios em Brasília ou nos estados desde estudantes que moram fora do Brasil, até médicos e advogados que passam o dia entre clínicas e tribunais. Há também casos de aliados que enfrentam denúncias do Ministério Público ou até mesmo foram cassados por compra de votos.
Advogados de bancos e empreiteiras O senador João Vicente Claudino (PTB-PI) paga com recursos públicos uma banca de advogados que defende bancos e construtoras. Quando foram contratados, diz o senador, Dante Ferreira Quintans, em 2007, e Denize Nascimento Costa Quintans, em 2010, chegaram a assinar documentos nos quais asseguravam que não tinham escritório de advocacia, mas nem por isso perderam os cargos. A prática de contratar advogados com intensa atuação no mercado, mas pagos pela folha do Senado, está disseminada no parlamento.
Usa nome de solteira Dante é irmão de Braz Quintas, sócio do escritório e marido de Denize, que na folha de pagamento do Senado usa o nome de solteira. Agora, Claudino diz está averiguando a situação e, se houver incompatibilidade, os dois serão exonerados.A conselheira de Ética da OAB, Márcia Melaré, afirma que os advogados podem trabalhar para outros clientes, se não têm contrato de exclusividade. Porém, a verba indenizatória, de R$ 15 mil mensais, serve para, entre outras finalidades, a contratação de consultores, inclusive jurídicos.
Para veículos de comunicação que tiveram tratamento obsequioso do então governador do Piauí, a figura política de Wellington Dias aparece como personagem ideal, completo e sem defeitos. Sem embargo dos reparos por acaso contra ele levantados ou por partidários ressentidos ou por adversários invejosos. Essa técnica hierarquiza metaforicamente o elemento político perfeito seja para seus planos, seja porque dá respostas que se encaixam na harmonia ideológica desejada pela “empresa eficiente” porque permanece inalterada, e leal a quem a apóia com dinheiro público.
Candidata perfeita Esse grupo que tem a TV Cidade Verde na frente idealiza agora a mulher do senador, a deputada Rejane Dias, como candidata perfeita à sucessão do acessível e moldável prefeito atual. Elmano tem constituição ideológica líquida e se adapta ao meio sem reação. Como água que se coloca em um jarro. Contudo, o prefeito não realiza o discurso do ideal dos Tajra. Tem tutor, dono e senador que pastora suas ações, monitora seus passos. Cidade Verde interpreta isso como não adequação ao modelo teorizado porque resvala em desvio da conduta colaboracionista que Wellington Dias interpretou tão bem.
Sobrevivendo Logo, teoricamente, esse grupo de empresas, cujo laboratório é a televisão Cidade Verde tem Rejane Dias como sua candidata à Prefeitura. Procura disfarçar, mas não consegue. Da mesma forma que falha ao impor Rejane Dias ante a reação abrupta do PT que aderiu ao prefeito em troca do que alguns comunistas chamam de “estratégia de sobrevivência”
Os que assistiram ao massacre dos estudantes pela polícia, que covardemente atacou os jovens desarmados e sentados no chão, ficaram em pânico. Depois desse episódio horrível e tenebroso que fez lembrar os tempos mais negros da repressão, alguém pergunta: onde estão os vereadores de Teresina?
Sem dúvida, a capital do Piauí tem câmara com 21 vereadores eleitos pelo critério do voto livre e soberano. Entretanto, esses políticos não representam o povo: o PT foi também o grande escondido. No mesmo momento em que a polícia planejava o massacre, estava colocando representantes seus em posição na prefeitura de Teresina para garantir sua sobrevivência estratégica.
O PT de Teresina traiu o povo: no dia seguinte, isto é, na quarta-feira, alarmado com a dimensão da tragédia que o prefeito de Teresina está gerenciando com sua estupidez, cuidou em sanar o desastre. Diz que está solidário com os estudantes. O único a mostrar a cara foi o PSTU.
O PT é oportunista. Da mesma forma que são covardes todos os representantes de partidos. Só um teve coragem de defender os jovens de Teresina. Os demais estão na moita, com medo de se queimar. Mas, a cidade já está dividida: a população é contra o aumento, a integração, contra o setut, contra a gerente da strans e contra o prefeito.
O PT e os demais partidos estão a favor de quem manda. De quem tem o poder. Esse poder que manda espancar, algemar, mandar para a custódia a juventude de Teresina.
Confronto, de acordo com o dicionário pode ser enfrentamento; ação de defrontar-se com reação de dois adversários. É o que registra a língua. A realidade é outra. Na noite de terça-feira não aconteceu isso que a televisão paga e contratada para defender a integração da prefeitura mostrou. Não houve confronto. A Polícia marchou contra os estudantes, espancou, bateu e prendeu.
Viu-se ali um grupo de jovens(a maioria meninas adolescentes) sendo covardemente agredidas pela Polícia de Teresina: homens armados de cassetetes, bombas de gás, spray de pimenta e outras geringonças, além da famigerada espingarda de bala de borracha.
Tive saudades do meu tempo de jovem. No início dos anos 70, grupo de jovens se levantou contra a polícia militar e houve espancamento na praça Pedro II. Fui ao jornal com o fotógrafo para registrar os acontecimentos; o jornal não queria divulgar a verdade. Como acontece agora.
Em todo mundo a imprensa tem patrão, mas em lugar nenhum do mundo a imprensa é tão “patrão” como em Teresina. Já vi profissionais enfrentando policiais na praça do Liceu, já vi jornalista preso, já vi jornalista espancado.
Mas, confesso, nunca vi jornalista discursando em favor da polícia para criminalizar a juventude. Esses jornalistas das emissoras de Teresina que defendem essa covardia não têm filhos. Não têm amor aos menores, aos mais desprotegidos.
A imprensa pode ter partido, a imprensa por ser imparcial. Mas, a imprensa de Teresina, quando faz seu exame de consciência deve dizer como Valéria do Zorra Total:” como estou bandida”.
Em muitas ocasiões, no auge e calor da campanha eleitoral, o eleitor se vê, de repente, surpreendido com discursos benevolentes pronunciados por candidatos ignorantes e demagogos. Falam em defesa de prerrogativas que dizem respeito diretamente ao trabalhador.
Muitos chegam a prometer empenho pessoal na defesa de políticas públicas que garantam “emprego e renda” para o povo brasileiro, ao mesmo tempo em que solidarizando-se com os jovens prometem a estes ocupação efetiva no mercado de trabalho.
Essas pessoas que se elegem com seus próprios recursos financeiros, que arrecadam votos através da contratação de cabos eleitorais e contratação de “boca de urna”, a rigor, não tem nenhum tipo de compromisso com o povo.
São, como eles próprios dizem, donos do mandato falando em seu próprio nome na terceira pessoa com o se fossem orientados a falar como robôs.
O Congresso Nacional é decepcionante. A bancada do Piauí no Congresso é mais disso. Trata-se de um grupo de burgueses alinhados pura e simplesmente com a regra capitalista de tirar proveito de tudo.
A representação popular é uma fachada. No recente episódio da votação do novo do salário mínimo todos puderam compreender perfeitamente que o compromisso dessa gente não absolutamente com o povo, mas com o Governo que usa sua maioria nas duas casas com a mesma aplicação com que uma criança brinca com as peças de um jogo de armar.
Pior do que a maneira genuflexa com que se comprometem com a agenda do governo, esses deputados de pouca preocupação com ordem democrática usam estratégias da malandragem para fugir de encontro com o eleitor. Nos aeroportos enfurnam-se nas chamadas salas Vips (restritas a determinado tipo de passageiro), nas ruas colam telefones móveis ao ouvido para escapar ao assédio de algum cidadão ingênuo.
O comportamento desses políticos de temporadas em tudo lembra O médico e o monstro (título original em inglês: The Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde) nome de um livro de Robert Louis Stevenson publicado em 1886. A obra foi, em seu tempo, considerado excelente livro de horror e suspense, que marcaria profundamente seus leitores, pois mantém atmosfera assustadora durante todo o enredo, se tornando assim um clássico do mistério. A história de Stevenson baseou-se na vida dupla de um habitante de Edimburgo, na Escócia, chamado William Brodie: de dia ele era um respeitado marceneiro; à noite, roubava as casas dos moradores da cidade.
Com a votação do novo salário mínimo o político se transforma no monstro que tira do povo brasileiro as chances de levar vida mais saudável, mais digna ou ainda passando menos privações aos quais estão sujeitos todos os homens que vivem sob a égide da moeda.
O Piauí é o grande perdedor no episódio da troca de diretor da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba e, de uma vez só, os dois principais líderes do poder político do Estado, o governador Wilson Martins e o senador Wellington Dias ficaram no “ora veja”.
Na disputa para indicação do novo diretor tanto o governador Wilson Martins como o petista Wellington Dias tinham seus candidatos. Dilma Roussef ignorou as duas indicações. Na segunda-feira, durante assinatura de ato no karnak, o governador Wilson Martins tentava reduzir as proporções do desprestígio do Piauí no contexto nacional alegando que a presidente Dilma Roussef estava certa e que o episódio não prejudicaria as boas relações dele com Wellington Dias.
Na terça-feira, o Estado de São Paulo informava que “Depois de permanecer interinamente por quase um ano à frente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Clementino Coelho foi substituído nessa segunda-feira, 9, por Guilherme Almeida na função por ordem da presidente Dilma Rousseff. A decisão foi publicada nesta terça-feira, 10, no Diário Oficial da União. Clementino é irmão do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, pasta à qual a Codevasf é subordinada.
Na interpretação do ministério e da Controladoria Geral da União (CGU), essa subordinação não caracteriza caso de nepotismo, uma vez que Clementino nunca foi nomeado oficialmente para a função e ocuparia o cargo por ser o diretor mais antigo da Codevasf. Cobrado pela longa permanência de Clementino na interinidade e pela suspeita do caso de nepotismo, o governo federal decidiu resolver nessa segunda a situação e reduzir o desgaste político pelo problema, sacramentando sua substituição. Mesmo assim, segundo o Diário Oficial, Guilherme Almeida assume a presidência da Codevasf ainda em caráter interino. Já Clementino continuará subordinado ao irmão, já que permanece na Codevasf, ocupando uma diretoria”.
Boatos de arrastões, medo e insegurança levam centro comercial a abaixar portas. Carteiros e agentes de trânsito param.Com policiais militares do Ceará em greve há seis dias, Fortaleza vive clima de pânico nesta terça-feira (03). O comércio do centro da cidade, de bairros da periferia e de áreas nobre da cidade fecharam as portas temerosos por conta de arrastões que estariam acontecendo em toda a capital.
O Sindicato dos Trabalhadores em Correios, Telégrafos e Similares do Estado do Ceará (Sintect-CE) também informou que os carteiros foram tirados das ruas. Os agentes da Autarquia Municipal de Trânsito (AMC), que fiscalizam o trânsito da capital, também anunciaram que vão parar. Além disso, alguns postos de saúde encerraram o atendimento.
Segundo o comando grevista, 80% dos policiais e bombeiros de Fortaleza estão parados - não há estimativa sobre o Estado. O governo não divulga sua estimativa nem para a capital nem para o Estado. A Polícia Civil trabalha normalmente.