Sábado, 19 de maio de 2012
Chyco Viana

Chyco Viana

Deu no tempo real:

Terça-feira, 11 de maio de 2010

“Manin Rego(PMDB/foto) pode disputar mandato na Assembleia Legislativa. Para isso, basta que o mérito e os recursos da ação que cassou o seu mandato de prefeito em Barras não sejam julgados até o final de junho, período das convenções. A situação preservaria os direitos políticos do ex-prefeito e o deixaria livre para disputar eleição ainda este ano. Nesse caso, Manin Rego substituirá a esposa, Nize Rego, no projeto de candidatura de deputado estadual”. Eita, paisinho véi paia...


Filme velho

Terça-feira, 11 de maio de 2010

Tem alguém enganando Wilson Martins. Ele não tem conseguido chamar a atenção do povo com entregasde trator e de carro para o interior. Justo porque o povo das pequenas cidades sabe que esses veículos não chegam lá para trabalhar para eles. Só para a turma que está no poder. Aprende, WM.


Novo chefão

Terça-feira, 11 de maio de 2010



Em certa repartição, funcionário de DAS novo bate na mesa e grita: aqui quem manda é eu (sic).


Mulas da pesquisa

Terça-feira, 11 de maio de 2010



Tem gente trabalhando para amaciar o terreno: o truque é derrubar o líder nas pesquisas com informes aparentemente prejudiciais à imagem de Silvio Mendes.

Depois lançar uma em que Wilson Martins aparece na frente. Tem gente para tudo. E em política isso é café pequeno.


Com o chefe

Terça-feira, 11 de maio de 2010



Wilson Martins está cercado de traírias: certo secretário de pasta importante anda mostrando para amigos foto que tirou ao lado de Wellington Dias. Confia WM.Há


Apagada e alagada

Terça-feira, 11 de maio de 2010

Do jeito que as coisas estão indo para os lados do PMDB não fica um pé de cristão para apagar a luz da sede do partido. O PMDB enfrenta problemas de enchente e não apenas na sua área física. Por isso figurão histórico diz: PMDB quer o governo. Não o poder.


Olha a mala

Terça-feira, 11 de maio de 2010



Há crescente expectativa para Fenelon Rocha revelar o que achou na caixa preta da CCOM depois da passagem do professor dos cursinhos populares. E, ao que parece caros.

Honesto e bem intencionado, FR mostra discreto silêncio.


Estaleiro

Terça-feira, 11 de maio de 2010



José Maria, bem intencionado chefe da comunicação do prefeito Elmano Ferrer está com o joelho imobilizado. Por isso não pode se curvar. Logo agora que o prefeito anda chorando aonde chega.


Entrevista com João Vicente Claudino: Não podemos jogar conversa fora

Terça-feira, 20 de abril de 2010

         

 No amplo, bem decorado gabinete do senador João Vicente Claudino em uma das empresas da família,o que mais chama a atenção do visitante é a simplicidade do cidadão JVC como é chamado em vários escalões da sociedade piauiense. Ele respira decisão por todos os poros e anuncia que nas próximas horas receberá adesões de grupo partidário que, teoricamente estaria com o Governo. Insiste no seu direito à candidatura ao Governo do Piauí e rechaça, por considerá-la sem sentido, especulação de que teria um ministério no eventual governo de Dilma Roussef. Para ele cargo dessa importância não pode servir como objeto de barganha por simples divergência partidária. João Vicente tem recebido muitas visitas, inclusive, de pessoas ilustres do PT. O que conversa com eles não revela. É dono de discrição educada. Porém, firme. No fim da semana, os jornalistas Chico Viana e Olivan Rodrigues da Tribuna do Piauí o entrevistaram. Ademar Sousa fez as fotos. Conheça algumas das suas idéias:


Chico Viana – Por que houve tanto barulho, quando o senhor colocou sua candidatura ao governo do Piauí?

Senador João Vicente Claudino – No nosso caso, entendo política como missão. É o povo que escolhe quem deve servir aos anseios desse mesmo povo. Isso ocorre em qualquer esfera desde a municipal, a estadual como a federal. Como senador temos representado o Piauí de maneira bastante cordata. Sem promover questões que possam desviar o fogo de nossa atenção. Sou candidato ao Governo do Estado e quero colocar de maneira muita clara para a população que essa candidatura é pra valer. Não é brincadeira. Você é candidato próprio até certo momento. Daí em diante passa a ser candidato do coletivo. É o povo que avaliza. E o povo tem dado demonstração de crença na nossa proposta de um governo claro, buscando entendimento para um projeto de desenvolvimento para o bem de todos. Nossa atitude incisiva não é de brincadeira. Não é de barganha.

CV – Alguns acharam que o senhor não deveria ter saído para ser candidato, porque isso aconteceu?

JVC - Não existe nada mais cômodo que ser governo. O discurso da oposição contagia determinadas pessoas, mas ser governo é mais confortável. Há políticos que sempre desejam ser governo e estar no Governo. Como se diz em Cuba: hay gobierno, soy gobierno. Entendemos isso. Fomos leais, ajudamos o Estado do Piauí desde 2003nacampanha do governador Wellington Dias (mesmo sem ser candidato). Construímos um partido e em 2006 fomos eleito com votação expressiva que tivemos. Quem é historiador e acompanha a história do Piauí sabe que foi a maior votação para um senador no Estado do Piauí. Não só proporcional como nominal. Tivemos votação proporcional maior que a do governador. Continuamos a fazer parte da equipe do governo. Projetamos secretarias menos referenciais para os partidos e as projetamos como importantes no contexto da administração estadual com atuação muito presente como a do Trabalho que lançou um programa como o Projovem que qualificou mais de 21 mil piauienses através. Hoje, todo mundo quer a Secretaria e a Secretaria de Desenvolvimento, com o deputado Paulo César Vilarinho, investiu quase R$ 15 milhões no apoio ao pequeno empresário, em arranjos produtivos. Fizemos com essas secretarias dessem certo. Cumprimos uma missão. Em 31demarço o governo acabou. E o PTB tem uma candidatura. Optamos pela candidatura e ficar contra o Governo. Os nomes que disputavam indicação na chamada base aliada não estavam brincando, não era um faz-de-conta.

CV - Disseram que o lançamento de sua candidatura ocorreu porque o senhor estava magoado. O senhor está magoado ou decidido a ser governador?

JVC – Estou, antes de qualquer coisa, de consciência tranqüila. Estou certo de que cumpri uma missão. Servimos o Piauí durante sete anos e três meses numa coligação que deu sustentação um projeto de governo comandado pelo ex-governador Wellington Dias.Num primeiro momento sem mandato, no outro durante três e três meses com mandato ajudando administrativa e politicamente no Senado Federal. Sou o único senador do Piauí aliado ao Governo Lula.Os outros dois são oposição. Então o sentimento é de consciência tranqüila pelo que podemos fazer pelo Piauí. Então que fazer muito mais pelo povo do Piauí. Mágoa não tenho em momento algum de minha vida. As decepções e atropelos na vida do empresário e do político têm que servir de lições para preparar melhor a pessoa.É buscar o caminho reto.

CV – O Grupo Claudino já esteve na Globo e agora volta a figurar numa novela. É coincidência ou o evento serve para sua candidatura,como andam dizendo?

JVC – Há dez anos quando o grupo comprou um avião, repórter de jornal de Teresina escreveu que estavam buscando popularizar meu nome porque o prefixo do aparelho seria JVC. Como se um simples prefixo pudesse se constituir em propaganda política de repercussão...isso é uma coisa muita pequena. Agora essa parceria atual enaltece o Piauí porque é uma homenagem ao seu povo. São os dez anos da fábrica Houston que, atualmente, é a maior fábrica de bicicletas da América Latina e não apenas do Brasil. Lá se produz uma bicicleta a cada cinco segundos. Isso é um índice de produção mundial feito e produzido pelos piauienses. É para mostrar o espírito empreendedor do povo piauiense que o Brasil não conhece. Só sabe disse o comerciante.É para enaltecer esse espírito empreendedor. Lá não se tocará em política. O que envaidece é ver o Piauí no horário nobre da televisão brasileira, numa novela das nove, que é o ápice da propaganda brasileira inserida na televisão.Mas,já fizemos outra participação com um produto Onix sendo usado por um personagem de novela.

CV – Qual sua visão do potencial agrícola do Piauí?

JVC – O Piauí tem um potencial imenso a ser explorado.É o nosso Cerrado.Mas precisamos dotar a região de energia,estrada. Porque não temos estrada suficiente para dar escoamento ao que produzimos. Para isso é preciso colocar na região patrulhas mecanizadas para dar sustentação ao setor viário a exemplo do que fazem outros Estados produtores, como o Mato Grosso. A produção do Cerrado tem que servir para gerar renda e emprego com aproveitamento dos grãos em processo industrial da soja. Trazendo para cá esmagadora de soja ou então vamos continuar sempre como exportador de matéria prima. Então temos que usar essa produtividade para gerar riquezas. É transformação dessa produção que vai gerar número de emprego muito maior. Temos que virar exportador do produto acabado.Isso é também na cajucultura, no mel e em outras. A bacia do Rio Parnaíba deve proporcionar a localização de projetos que sirvam à produção do leite. Temos que revitalizar o Parnaíba e seus afluentes. Estimular a pecuária no Sul do Piauí, agora que o Estado saiu do risco desconhecido para médio risco de febre aftosa. Incentivar a caprinocultura, porque estamos entre os três maioria produtores nessa área em todo o Brasil. O avanço tem que ser na melhoria genética do rebanho até atingir maior nível de produção.

Olivan Rodrigues – Então, o Piauí ainda se encontra em estágio atrasado?

JVC – Não. O Piauí avançou. Deixamos a última colocação entre os demais Estados brasileiros e estamos dois pontos à frente. Temos que avançar muito mais. Nunca tivemos benesses do Governo Federal para aporte de um projeto âncora como outros Estados tiveram como refinaria, portos, siderurgia, pólo petroquímico como foi o caso da Bahia com Camaçari. O Piauí não teve nada disso,sempre cresceu com a força do seu empresariado desde o micro empresário para gerar empregos. O povo do Piauí está preparado para crescer,evoluir e alavancar o Estado rumo ao desenvolvimento. Precisamos criarum ambiente de desenvolvimento com o Estado e o empresariado. Mas, esse desenvolvimento não deve ficar limitado ao âmbito de uma secretaria, mas deve estar no âmbito de todo o Governo,abraçado e compartilhado pelo empresariado e o povo. Temos que unir investimentos em educação, a grande matriz do desenvolvimento desde a pré-escola,o fundamental, o médio,o tecnológico e as Universidades que devem se voltar para as vocações de desenvolvimento do Estado.Temos que acelerar esse processo.

OR – Então, essa será a tônica do seu discurso de campanha?

JVC – É a tônica da minha campanha. É o que aprendi fazer na vida. Meu berço e minha escola são as empresas privadas.Mas, tive experiência pública servindo ao Governo do Estado como secretário da Indústria e Comércio,quando começamos a criar instrumentos para isso, através dos incentivos fiscais que ainda hoje regem o setor. É a lei 4859 sancionada no governo Mão Santa. Tem que haver estímulo para que se venda mais, para quem já está produzindo. Ampliar opções para outros segmentos. Foi isso que aprendi a fazer na vida: gerar emprego, acreditar no Estado, apostar na prosperidade do Piauí para que o desenvolvimento seja a única saída para sair da situação em que o Estado se encontra de desigualdades sociais.

CV – Como recebeu a notícia de que seria indicado para ministro de um futuro governo de Dilma Roussef, com surpresa ou divertimento?

JVC – Primeiro com muita surpresa. Convite para ministro me envaideceria muito. E envaidece. Mas, esse convite, pelos trâmites normais,quando se vai compor um Governo a escolha pu é da cota pessoal do gestor (prefeito, governador ou presidente da República) ou parte de entendimento político. E este nasce de partido para partido.O PTB nacional ainda nem decidiu se apoiará oficialmente qual dos candidatos a presidente da República. A tendência é de que a sigla fique aliada do ex-governador de São Paulo, José Serra porque os diretórios mais fortes do partido, aqueles que têm mais delegados estão apoiando José Serra. É o caso dos diretórios de Minas Gerais, de São Paulo, do Rio de Janeiro, do Paraná que têm número de delegados muito grande e tendência por Serra. Principalmente, diretório do Rio de Janeiro comandado por Roberto Jefferson.

Há outro grupo de diretórios estaduais mais numerosos, que pretendem apoiar a candidatura de Dilma Roussef por ser partícipe do processo de transformação que ocorreu durante o governo Lula. Uma indicação para ministro não pode nascer como produto de divergência política estadual. Então a indicação nasce de entendimento político porque se vê naquela pessoa as características ideais para exercer determinada função.Tem que haver um perfil para essa função e eu nem sei qual seria ela. Foi uma precipitação muito grande.

CV – O senhor não parece ter gostado do que disse o governador Wilson Martins...

JVC – Eu não sei o que anda dizendo o governador Wilson Martins. Eu não o tenho escutado. Esse negócio de andar dizendo tem que se analisado em contexto e circunstância. Agora, sei o seguinte: partilhamos do mesmo governo.Na metade do primeiro governo ele foi oposição. Nós estamos desde o início com o ex-governador Wellington Dias. . No segundo partilhamos cada um na sua área. Começando o segundo governo ele pode dar o perfil que desejar de acordo com seu pensamento. Nós, pelas condições do PTB e pelas divergências surgidas em 2008, porque PTB e PSB disputaram 117 eleições de prefeitos e na maioria delas a disputa foi muito acirrada.Não levamos essa disputas para a criação de arestas Depois da posse do novo governador,reunimos o partido e este reafirmou nossa candidatura.Temos que caminhar em raia própria, construir uma coligação que dê sustentação ao nosso discurso em prol do discurso do Piauí.

OR – Como será a sua chapa e sua composição?

JVC – Já conseguimos composição com vários partidos. O PP, comandado pelo deputado Ciro Nogueira é nosso aliado e mais sete partidos estão afinados nesse entendimento para que a gente possa começar a construir essa coligação. Mas, estamos buscando novos partidos...

OR – O PMDB é um deles?

JVC – Conseguir o apoio do PMDB deve fazer parte da aspiração de todos os candidatos.

CV –Mas,há quem diga que o PMDB já entrou em coligação com o PTB a observar a presença de quadros desse partido na Prefeitura...

JVG – Não. Aí é que vem de encontro ao que disse antes. Quando você encontra cargo público ou você vai por entendimento político entre partidos ou pela cota pessoal do gestor.O PMDB que entrou na Prefeitura é na cota pessoal do prefeito Elmano Ferrer. É o caso do João Henrique. Quantas capitais do Brasil podem ter na Prefeitura um homem com o currículo de João Henrique.Só Teresina entre as demais 26 capitais do Brasil tem na secretaria de Governo um ex-ministro com experiência larga, administrativa, política. Tem condições de ser um grande colaborador do prefeito Elmano e um grande servidor do povo de Teresina. Os demais peemedebistas que estão servindo a Prefeitura são todos de estrita confiança e de contato muito íntimo do prefeito independente de sigla partidária. É o caso também de Pedro Leopoldino, que está na saúde,que tem história dentro da área.

Já o vereador Inácio Carvalho tem muita amizade com o prefeito entre todos os demais 21 vereadores de Teresina,embora isso não queira dizer que isso gere compromissos com o PMDB ou que aí tenha nascido entendimento. No máximo foi um aceno para ter sempre o PMDB ao lado.

CV – Qual sua análise do cidadão Silvio Mendes?

JVC – Tenho com o Silvio um relacionamento muito bom. Fomos apoiar o Silvio quando tinha menos de quatro por cento nas pesquisas. Indicamos o Elmano que nunca tinha disputado uma eleição.Quer dizer uma chapa de dois técnicos: o Silvio que tinha sido secretário de saúde por dez anos e o Helmano, piauiense e teresinense de coração,que tem Teresina como berço, como se aqui tivesse nascido,a cidade que o adotou.E ele conhece essa cidade tão bem, seus cantos e recantos , Então na época construímos uma chapa nova com caras novas e com pessoas que pudessem servir bem a Teresina.Foim um trabalho bem feito e um desafio muito grande para o PTB porque desde 1986 a capital do Piauí.

CV - Quem o senhor gostaria de enfrentar num segundo turno:Silvio ou Wilson?

JVC – Não busco enfrentar pessoas.Acho que o grande comparativo entre os candidatos, não só João Vicente, Wilson, Silvio, Ismar Tavares, Lourdes Melo é saber o que cada um, verdadeiramente, pode fazer pelo povo do Piauí. Qual sentimento que carrega no seu íntimo. Para que o Piauí seja um estado melhor. Que cada um possa demonstrar isso de maneira clara.

Essa eleição tem uma coisa nova: é um advento isso aí porque o plano de governo, de acordo com o TSE tem de ser registrado e gera compromisso político.Não podemos ficar jogando conversa fora.Temos que dizer o que podemos fazer pelo Piauí. Porque é muito bom, em campanha política, todos nós construirmos um Estado dentro de um castelo de sonhos.Mas,na hora de sentar na cadeira não temos capacidade gerencial, de liderança, operacional para acionar os programas nem as idéias que colocamos para fora, durante os 90 dias de campanha política.

OR – Quem são os candidatos ao Senado pelo PTB?

JVC – Fico até muito feliz porque lançamos nosso nome sem candidato nem candidato ao Senado.O governador só tem um candidato ao Senado, o Silvio tem os dois candidato aos Senado que já vinham de muito tempo que são o Heráclito e o Mão Santa e nós não tínhamos nenhum.Mas,nesses dias temos surpresas de nomes de partidos que, teoricamente estariam aliados ao governo e desejam vir para nossa se forem acenadas as vagas de vice e de senadores e isso acontece quando estamos só com dez dias de campanha...

CV – Está gostando da campanha?

JVG – Estou,estou.O que mais alenta a campanha é o carinho do eleitor.É você ira uma entrevista, sair às ruas e as pessoas dizerem não desista.Vá em frente. Isso é uma força a mais, um incentivo.


Entrevista com o pré-candidato do PSDB ao governo do Estado, Sílvio Mendes

Segunda-feira, 19 de abril de 2010

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