O Rappa fará apresentação em teresina dia 26 de novembro em local a ser divulgado,vai ser um mega show com uma super estrutura de som e iluminaçao. Trata-se de uma banda brasileira conhecida por suas letras de forte impacto social. Seu ritmo não é exatamente definido nem mesmo pela própria banda. Embora seja de início principalmente reggae e rock, a banda também incorporou elementos de samba, funk, hip-hop, rap e MPB.
Um de seus maiores sucessos, a canção "Pescador de Ilusões", composta pelo baterista do grupo na época, Marcelo Yuka, tornou-se sucesso no CD em que foi lançada primeiramente, Rappa Mundi, e novamente no Acústico MTV de 2005, com o refrão "Valeu a pena, valeu a pena". O mesmo feito de popularidade veio com a canção "Me Deixa", também de Marcelo Yuka.
Em 2005 foi lançado o Acústico MTV, no qual a banda resgata alguns sucessos e outras canções nem tão famosas, do primeiro ao último disco lançado na época, e introduz duas canções inéditas: uma feita especialmente para o Acústico - "Na frente do Reto" - e outra que entraria em O Silêncio Q Precede O Esporro - "Não perca as crianças de vista" - mas ficou de fora da lista de canções.O Rappa já vendeu contando com álbuns de estúdio, ao vivo, álbuns de video, singles, ep"s e etc, mais de 5 milhões de cópias em todo o mundo.
Quem gosta da banda Calcinha Preta não pode perder o mega show que acontece dia 18 no Atlantic City a partir das 22 h. A banda Calcinha Preta é uma das mais famosas bandas de forró do Brasil e também é considerada uma das melhores, fazendo grande sucesso por todo lugar por onde passa, devido a qualidade de suas produções. A banda impressiona o público em todo o Brasil, com seu espetáculo de som, luzes e efeitos especiais de última geração. Suas canções, figurinos e coreografias produzem no público sensações verdadeira euforia.
Em meados da década de 90, o forró ganhou uma nova roupagem. O ritmo tornou-se mais acelerado, arranjos ganharam mais instrumentação, temas modernos inspiraram novos estilos de canções, e o palco passou a ser cenário de grandes espetáculos de decorações inovadoras, coreografias de dançarinos e efeitos especiais em luzes e sons. Surge então a era da revolução da música nordestina, e no contexto, Calcinha Preta surge com seu primeiro CD “A Banda de Forró Mais Gostosa do Brasil”, vendendo de imediato mais de 100 mil cópias, e atraindo milhares de fãs em todo o Brasil.0
São mais de 200 mil cópias vendidas no primeiro DVD, 200 mil no segundo DVD e mais de 3 milhões de CD’s vendidos ao longo dos 10 anos de carreira. Para incrementar tal sucesso e ampliar os horizontes, firmou-se em 2005 uma parceria com a empresa RC3, que faz um trabalho de marketing, divulgação e venda de shows nas regiões sudeste, sul e centro-oeste do país. Tal parceria tem consolidado ainda mais o trabalho iniciado no menor estado brasileiro, e que tomou conta dos quatro cantos do país.
Os garotos de calças coloridas e cabelos nada comportados trazem a Teresina sua nova Turnê. Trata-se dos garotos do Restat, banda de Rock Teen mais popular do Brasil. O show que acontece dia 29 no Taj Mahal e vai apresentar ao público o RESTART HAPPY ROCK SUNDAY!
A banda é um fenômeno musical que conquistou em pouco tempo uma legião de fãs. Assim que colocaram os primeiros vídeos na internet, o Restart chamou atenção pela força de suas composições e apelo visual, sempre colorido. Desde o começo a idéia era tratar de assuntos alegres nas letras e de forma positiva. O figurino, criado pelo guitarrista Koba, condizia com a mensagem. E antes mesmo que escolhessem um rótulo para classificá-los eles mesmos fizeram isso, batizando sua música de “happy rock”.
Entre outros feitos, o Restart criou um evento mensal que é mais que um show, é uma festa para os fãs se encontrarem, cantarem e se divertirem. É o local escolhido para lançamento de novas músicas, novos produtos com a cara da banda e o ponto de encontro da banda com os fãs.
Num desses “Happy Rock Sunday”, mais precisamente em outubro de 2010, que o DVD foi gravado. Para começar, Pe Lanza (voz e baixo), PeLu (voz e guitarra), Koba (voz e guitarra) e Thomas (bateria) são ótimos músicos, compositores das próprias canções. Com figurino especial, no cenário usado na turnê, eles desfilam uma coleção de 17 músicas dos dois CDs lançados da banda mais duas inéditas, “Esse Amor em Mim” e “Pedi Você”.
Entre os hits estão “Recomeçar”, “Levo Comigo”, “Pra Você Lembrar” e o novo single “Vou Cantar”. O DVD “Happy Rock Sunday” tem direção geral de Marcos Maynard e Guto Campos, direção de Fabrizio Martinelli (Polar Filmes), direção artística de Marcos Maynard e produção musical de Guto Campos.
No próximo dia 22 acontece o Festival "Piauí é Pop" no Atlantic City,. O evento vai reunir grandes atrações musicais brasileiras, como Seu Jorge e Nenhum de Nós, além das bandas piauienses Validuaté e Roque Moreira. O Piauí é Pop terá dois palcos, com equipamentos de som e luz de qualidade.
As atrações foram criteriosamente selecionadas. Seu Jorge, com 25 anos de carreira, é conhecido internacionalmente, e acumula dezenas de sucessos e vem a Teresina lançar seu novo trabalho. Recém-lançado, o álbum Música para churrasco já tem os hits “A doida”, “Dois beijinhos”, dentre outros, na boca do povo.
Desde que deixou o grupo Farofa Carioca, Seu Jorge tem uma carreira ascendente. Com maestria, ele mistura suingue e canta, como ninguém, o cotidiano do povo. Suas músicas embalaram a trilha sonora dos filmes Tropa de Elite 2 e Cidade de Deus.
A banda Nenhum de Nós com 24 anos de carreira, 1550 apresentações e mais de um milhão de discos vendidos, é referência no país e tem marcado presença nos mais importantes festivais do Brasil. O grupo volta a Teresina para contagiar o público com seus grandes sucessos em um show que será inesquecível.
O Piauí é Pop será o cenário de uma apresentação memorável da banda Roque Moreira, que fará seu último show antes da turnê agendada para América do Norte. Para os integrantes, o Piauí é Pop será um momento especial e a banda vai aproveitar para homenagear o Piauí com irreverência, mistura de ritmos e toda a sua experiência nos mais de 10 anos de carreira.
O evento tem ainda o talento, a criatividade e a energia da banda Validuaté, A banda fez temporada em São Paulo, fez shows em outros estados e para onde vai, é aplaudida pelo público e crítica. Os ingressos estão à venda na Ótica Diniz Prime, sede da Kalor Produções (Riverside), Overend e www.ingressosky.com.br. Mais informações pelo telefone 3230 2090.
A colunista Ruth de Aquino, da Revista Época, em seu artigo desta semana fala do culto em torno de Steve Jobs e o astro pop Justin Bieber. Achei interessante suas colocações pois se por um lado reconhece reconhece o talento e carisma dos dois, por outro ressalta não fazer parte das legiões de idólatras que ambos conseguiram e aponta os motivos para isso. Como Ruth, não vejo razões para elevarmos seres tão mortais quanto nós ao panteão dos deuses. Deus para mim só existe um - o do céu. Este sim é digno de adoração.
Jobs e Bieber: sobre ídolos e seguidores
Ruth de Aquino
A idolatria explícita, a um astro pop que morre e a um astro pop que nasce, me deixou aturdida na semana passada. Eu sei. Há um oceano imensurável entre o americano Steve Jobs e o canadense Justin Bieber. Além dos quase 40 anos que os separam, suas áreas de atuação não poderiam ser mais diferentes. Estamos falando de um showman e de um showboy, com um carisma que vai muito além do sucesso profissional. Vi um grau de comoção bem semelhante entre os seguidores de um e de outro no Brasil nos últimos dias. Uma comoção diante de espetáculos antagônicos, a vida e a morte.
Talvez eu compreenda mais as velas virtuais e o choro de quem perdeu o guru da Apple do que os desmaios, histerias e convulsões diante de um menino de óculos escuros que ainda deve comer maçã com cereal e leite no café da manhã. Mas isso se explica facilmente por minha idade, a mesma de Jobs. O fenômeno Bieber é algo que passa muito ao largo de minha história e de meu gosto musical. Se eu tivesse uma filha, quem sabe olharia com mais simpatia as moças que, diante do rapaz bonitinho e com voz afinada que imita os passos de Michael Jackson, gaguejam, deliram, brigam, se empurram, se espremem contra a grade, pulam a grade, passam mal.
Porém, mesmo que todas as minhas atuais ferramentas de contato com o mundo tenham sido idealizadas por Jobs, não consigo derramar lágrimas reais pelo desaparecimento do CEO. Sua principal função na vida era maximizar o lucro e valorizar sua empresa na Bolsa – o que fez com uma competência sobre-humana. Lamento muito sua morte precoce. Sou grata, no meu cotidiano, ao gênio inventivo de Jobs. Admiro sua perseverança, seu entusiasmo diante de suas criações, seu charme e estilo, sua capacidade de trabalhar até o fim, vivendo o câncer em público. Era um vencedor, uma águia inspiradora. Daí a transformá-lo em Deus... Jobs nunca seria meu guru.
Como todos nós, Jobs tinha limitações. Uma de suas limitações é mais comum do que se imagina no mundo moderno das grandes empresas. Assim como o fundador da Apple, há chefes que vão à Índia, tornam-se zen-budistas e, de volta à vida real e ao contato com seres de carne e osso, humilham os que nunca serão brilhantes. Porque se sentem, eles mesmos, iluminados.
Vi um grau de comoção semelhante entre os seguidores de um e de outro nos últimos dias. Da idolatria, estou fora Não sou referência para falar sobre os seguidores porque nunca tive guru – político, cultural ou religioso. O mais perto que cheguei da idolatria foi assistir a Help, dos Beatles, cinco vezes seguidas no cinema. O filme, de 1965, era para dançar, e dançávamos no escurinho do cinema. Mas eu não gritava nem me descabelava. Não sonhava com Paul nem John. Por vezes, imagino a sensação de catarse numa multidão em transe. Mas fico cansada logo.
Nunca passei nem passarei pela experiência de ficar acampada por dias numa fila para ver alguém cantando num telão e disputar hambúrguer ou banheiro. Quando testemunho, pela televisão, o descontrole das tietes de Bieber, me pergunto como deve ser amar um ídolo carnal de maneira mística. Talvez eu tenha perdido algo, mas não percebi.
Tanto Jobs quanto Bieber sofreram adversidades na vida. Jobs foi dado para adoção, só completou seis meses de universidade, dormia no chão no quarto de amigos para poder assistir a aulas como ouvinte, recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos e comprar comida, andava 11 quilômetros para ter uma boa refeição no templo hare krishna. Bieber era pobre, os pais se separaram quando tinha 1 ano, sua mãe dava duro para sustentá-lo, ele dormia num sofá azul na sala, havia ratos e ele chegou a viver de doações de uma igreja, que fez uma festa beneficente para lhe dar uma bateria.
Quem não se comove com histórias de superação como essas? A fortuna de Jobs foi calculada em US$ 8,3 bilhões. A do adolescente Bieber, em US$ 150 milhões. O cantor vendeu, em dois anos, 9 milhões de discos. O fundador da Apple vendeu 100 milhões de iPhones em quatro anos e meio. Dois mágicos hipnotizadores de multidões, vendendo fantasias no palco em escala global. É preciso reconhecer o talento e o carisma de ambos. Mas, da idolatria, eu estou fora. (0s termos grifados refletem na íntegra o pensamento da blogueira)
Diferente de milhares de fãs ao redor do mundo, eu não o cultuava, mas o admirava, e muito. O CARA era um gênio, um visionário que viveu à frente do seu tempo. Tinha visão de negócio, era um administrador nato, sabia como conduzir e conquistar seu público consumidor. Era exigente, perfeccionista, mas não abria mão de suas ideias porque sabia que elas fariam sucesso.
A morte precoce de Steve Jobs aos 56 anos, fundador da Apple deixará uma lacuna bem difícil de ser preenchida. Na verdade ele era único em muitos aspectos. Criador de conceitos que revolucionaram o mundo Steven Paul Jobs fundou a Apple Inc. e foi um dos responsáveis por produtos que revolucionaram não só a indústria da tecnologia, mas também o mercado de entretenimento. Criador de um império pessoal de mais de US$ 8 bilhões e angariou milhares de fãs, seja por sua visão de negócios, seja por sua personalidade controversa ele era simplesmente um gênio.
A maçã é pop
Todo mundo já viu, todo mundo conhece. Mas como surgiu a ideia de ter como símbolo de uma empresa de tecnologia uma maçã mordida? A versão mais plausível e conhecida é a que o símbolo seria uma referência a Newton, que se deu conta da lei da gravidade ao observar uma maçã caindo da macieira. Outra analogia possível seria com Adão e Eva, os personagens bíblicos, em que a maçã representaria todo o conhecimento e a mordida, a aquisição do mesmo.
O primeiro logo da empresa era um tanto quanto exagerado e representa a cena de Newton e sua maçã. Não é preciso nem pensar duas vezes para ter certeza de que o logo não iria fazer sucesso, afinal, ele vai totalmente contra um dos mais fortes princípios de Jobs: a simplicidade. Percebendo tudo isso, Jobs caiu na real e deu a luz a um dos mais famosos símbolos de todos os tempos: a maçã mordida.
Quem foi Steve Jobs
Steve Jobs nasceu em São Francisco, no estado da Califórnia (EUA). Com apenas cinco anos mudou-se com seus pais adotivos para Palo Alto, cidade que posteriormente ficaria conhecida como um dos polos da tecnologia e comporia o chamado Vale do Silício. Em Palo Alto, Jobs conheceu seu amigo e futuro sócio Steve Wozniak. Juntos eles criariam, em 1975, o primeiro computador da companhia, o Apple I, produzido na garagem dos pais de Steve Jobs.
Foi com o segundo protótipo, o Apple II, de 1977, que sua empresa ganhou atenção mundial do mercado e de investidores. O Apple II foi o primeiro computador pessoal vendido em larga escala e a um preço acessível. Os computadores produzidos a partir de então pela Apple trariam grandes inovações ao mercado.
Em uma visita aos laboratórios da Xerox, segundo relatos descritos no livro “Fire in the Valley: The Making of The Personal Computer”, Jobs teria se encantado por duas novas tecnologias que revolucionariam para sempre a computação pessoal: o mouse e a interface gráfica para usuário. O Lisa, computador que sucedeu o Apple II em 1983, foi o primeiro a ser vendido com as duas ferramentas compradas da Xerox. O computador Lisa recebeu esse nome em homenagem à filha mais velha Jobs, cuja paternidade só reconheceria após uma briga judicial.
De fora
Em 1984, após grandes sucessos (como o Apple II) e também enormes fracassos de venda (caso do impopular Apple III e o Lisa), Jobs subiu ao palco para apresentar aquele que seria um dos maiores acertos da Apple em toda a história: o Macintosh. No ano seguinte, foi afastado da própria companhia pelo corpo diretor que ele mesmo ajudou a formar. O motivo de seu afastamento seriam maus tratos para com seus funcionários e comportamento temperamental. Segundo o então diretor executivo, John Sculley, essas atitudes poderiam prejudicar os futuros negócios da própria empresa.
Ainda em 1985, fora da diretoria da Apple, Jobs fundou a NEXT, outra empresa focada na produção de computadores para uso pessoal e corporativo. Paralelamente, em 1986, o empresário comprou uma divisão da LucasFilm, do cineasta George Lucas, especializada em computação gráfica. A empresa mais tarde se tornaria a Pixar Films, que, em conjunto com a Disney, produziria renomados filmes de animação, como “Toy Story” e “Vida de Inseto”.
Carreira e sucesso
Em 1997 a Apple enfrentava uma forte crise de vendas e tinha como principal rival a Microsoft e seu sucesso arrebatador Windows 95. Convidado a retornar à empresa que fundou e com a missão de reerguê-la, Jobs levou consigo o NEXTstep, que seria uma das bases para o sistema operacional para o MacOS utilizado atualmente pelos computadores da Apple. A NEXT foi então anexada à Apple por US$ 400 milhões e Steve Jobs voltou a ser o CEO (diretor-executivo) interino da companhia. Por causa dessa condição, ele era chamado de iCEO.
Entre os produtos de sucesso da Apple na segunda fase sob o comando de Jobs estão a nova linha de computadores iMac e os notebooks MacBook. A companhia ainda revolucionaria o mercado da tecnologia e da indústria fonográfica com o player de música iPod, o smartphone com tela sensível ao toque iPhone e o recente lançamento iPad, o primeiro tablet vendido massivamente.
Jobs: O CARA!
Nos dias 12, 13 e 14 de Novembro no Parque Brasil em Paulínia SP vai rolar o festival SWU. O Festival é um movimento artístico chamado Stars With You, traduzindo para o português quer dizer “Começa com Você”, e tem por objetivo de fazer com que as pessoas se conscientizem sobre a sustentabilidade, movendo na maior quantidade de pessoas possíveis em torno dessa causa para construir um mundo melhor.
Durante o festival acontecem muitas atividades como o Fórum Global de Sustentabilidade que atrai muitos estudiosos, empresários, especialistas, representantes de entidades. E é claro os shows não poderiam faltar, afinal é um festival de artes com muita musica e muita arte.
E por falar em shows, atrações de peso já confirmaram presença, dentre elas: Banda Megadeth, The Black Eyed Peas, Snoop Dogg, Peter Gabriel, New Young, Ke$ha, Alice in Chains, Stone Temple Pilots e Faith no More.
A banda Faith no More Liderada porMike Patton é uma das mais esperadas pelos fãs. O grupo vem com tudo para fazer um grande show no Brasil marcado para o dia 14 de novembro. O Faith No More esteve no Brasil em 2009, quando subiu ao palco do Maquinária. O grupo é dono de sucessos como “Epic”, “Falling to Pieces” e “Midlife Crisis”.
Alice in Chains, rotulada de Grouge, foi um dos principais nomes da geração de bandas que surgiram em Seattle no final dos anos 80 para o início dos 90. Seu vocalista, Layne Staley, foi encontrado morto em 2002. Porém, a banda seguiu em frente com William DuVall nos vocais. Stone Temple Pilots, também uma banda de sucesso, é uma das principais bandas do rock alternativo do mundo, no anos 90. Ao contrário de Alice in Chains, eles mantém sua formação original, com Scott Weiland nos vocais, Eric Kretz na bateria e os irmãos Robert e Dean DeLeo no baixo e na guitarra, respectivamente.
Outra banda que promete bombar é a Simple Plan, banda de pop punk do Canadá, formada em Montreal no ano de 1999. Desde a sua formação, a banda mantém um sucesso entre os jovens de todo o Brasil. Além da confirmação da banda Simple Plan, foi confirmado também o show do rapper Kanye West. O rapper americano é um dos mais conhecidos e importantes rappers da atualidade. Lançou no último dia 8, o seu novo album intitulado ”Watch the throne”, fruto de uma parceria com seu parceiro e também rapper Jay-Z. O album conta com ótimas músicas e com a participação especial da cantora Beyoncé.
foto: cantora Ke$ha
Entre os dias 19 e 23 de outubro, a capital piauiense recebe o encontro de grandes talentos com espetáculos emocionantes no Theatro 4 de Setembro. Com participantes de vários cantos do país numa mostra de muita técnica, o Festival de Dança de Teresina comemora 15 anos de incentivo a arte.
Realizado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, o Festival de Dança tem como objetivo criar e desenvolver produtos e atividades artísticos e culturais em diversas linguagens cênicas, além de ser uma vitrine para os talentos locais através de intercâmbio com grupos de todo o país.
Na última edição, o evento contou com a apresentação de 136 coreografias de 48 coreógrafos do Piauí, Maranhão, Paraíba e Rondônia. “Com o bom resultado do ano passado, a expectativa é que esta edição seja ainda melhor. É um festival que já está amadurecido e neste ano estará debutando”, destaca Marinalva Gamosa, uma das coordenadoras do Festival.
Nesta edição foram inscritas 231 coreografias de 76 grupos dos Estados do Piauí, Maranhão, Ceará, Sergipe e Rio de Janeiro, sendo selecionadas 219 peças para as apresentações durante os dias 20 a 22 de outubro no Theatro 4 de Setembro. A abertura acontece no palácio da Música no dia 19. O encerramento, com a premiação, será no dia 23 no Theatro.
As apresentações serão divididas nas categorias Variação; Pas de Deux; Grand Pas de Deux; Solos e Conjuntos, nas modalidades: Repertório, Clássico Livre, Contemporâneo, Danças Populares, Danças Urbanas, Estilo Livre, Jazz e Sapateado.
Os trabalhos serão classificados pelo corpo de jurados em 1º lugar, 2º lugar, 3º lugar. Os trabalhos premiados em 1º lugar estarão selecionados para o 20º Passo de Arte – Competição Internacional de Dança-, que acontece em Julho de 2012, em Indaiatuba/SP. Além disso, haverá premiação com valor total de R$ 12.100 distribuídos para os vencedores de cada modalidade.
Está em cartaz na Praça de Eventos do Teresina Shopping a exposição "Desérticos", do fotógrafo piauiense João Brito Jr. O trabalho mostra a realidade do processo de desertificação no sul do Piauí. O projeto foi premiado com uma bolsa de Estímulo à Criação Artística pela Funarte (Fundação Nacional de Artes).
Para conquistar a bolsa, João Brito Jr. concorreu com mais de 800 fotógrafos de todo o país. Trinta trabalhos foram escolhidos, sendo o piauiense o único selecionado do nordeste. A exposição “Desérticos” relata através de imagens, a relação do homem sertanejo com o solo árido e seco da região sul do Estado, onde muitas pessoas dependem da terra para sobreviver.
O trabalho foi desenvolvido entre 2007 e 2011, através do registro de imagens, entrevistas e depoimentos de quem vive o dia a dia da seca no sertão. João Brito Jr. percorreu mais de 75 km2 da zona rural do município de Gilbués, conhecendo e registrando diversas comunidades da região.
O projeto surgiu da necessidade de desmistificar o problema da desertificação, conscientizar a população dos centros urbanos, sobre os agravantes da situação em que vivem essas famílias.
São ao todo 31 imagens em exibição, em diversos formatos e tamanhos, dispostas em um espaço fechado de 80 m2. A Exposição Desérticos prossegue até o dia 8 de outubro sob a curadoria de Sabrina Leal.
O Encontro Nacional de Cinema e Vídeo dos Sertões em sua 6º edição acontecerá de 23 a 27 de novembro de 2011 na cidade de Floriano – PI. As produtoras responsáveis pelos filmes selecionados poderão indicar um membro para participar do evento, tendo suas despesas com transporte, hospedagem e alimentação custeadas pela coordenação do evento.
O Encontro é uma mostra nacional de cinema e vídeo com atenção especial para as produções cinematográficas produzidas em Pontos de Cultura e Produtoras Independentes. Tem o Patrocínio da Petrobras e Ministério da Cultura, por meio do Programa Cultura Viva.
O objetivo do evento é divulgar, exibir e premiar obras audiovisuais de curtas e longas-metragens de ficção ou documentários, apresentando uma parcela significativa da recente produção brasileira; formar uma platéia consciente, com reunião de profissionais de cinema discutindo questões pertinentes ao tema, promovendo encontros, seminários, debates, oficinas, palestras, cursos de formação teórica e prática, além de contribuir para difusão das obras selecionadas.