Teresina vai receber em dezembro, precisamente dia 09 na AABB, a partir das 22hs, o cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro, que apresentará o seu novo show “Bala na Agulha”. Ele também fará uma apresentação em Piripiri, no dia 10.
O show leva o mesmo nome do livro do compositor lançado em 2010. Zeca é um dos artistas mais criativos de sua geração e se supera a cada novo projeto. Antenado em tudo que acontece à sua volta e traduzindo isso na forma mais bela e pura de arte, Zeca mais uma vez acerta em cheio no alvo com suas balas de recheios variados e sempre deliciosas de se curtir até o final.
Como escritor, Zeca Baleiro também se supera. “Bala na agulha” é um deleite, da primeira à última página. O livro reúne textos que Baleiro escreve desde 2005 em seu site, “mais à guisa de blague que de blog”, como costuma brincar. Música, literatura, cinema, comportamento, religião e gastronomia são alguns dos temas abordados no livro, que também traz memórias sentimentais da infância e da adolescência.
Completam o livro dois capítulos de poemetos, aforismos e provocações, Bestiário Pós-Moderno e Curtas, Grossas, Algumas Infames, onde Baleiro se mostra um crítico implacável da sociedade contemporânea, sem todavia perder a necessária ternura.
Teu Beijo
(MG)
Teu beijo tem o gosto do néctar,
da água de coco,
da fruta madura,
da polpa mais pura,
do mel da cana,
da Brahma,
do peixe assado na brasa,
do vinho na taça,
do acarajé da baiana,
do quindim de iáiá.

Para quem já está se programando para as festas de final de ano uma boa pedida é participar do Réveillon Privilégio, que na sua segunda edição, promete ser ainda melhor. O local escolhido para o Réveillon Privilégio 2012 é uma pousada recém inaugurada de frente pro mar na Praia do Coqueiro, a Vila Itaqui. Várias atrações nacionais já foram confirmadas. Maiores informações pelo Fone: (86) 3235-9995 .
Confira abaixo as atrações do Reveillon Privilégio
• JPG
O trio faz sucesso por onde passa. JPG em seu formato acústico é formado por João Ramalho (voz lead – violão), Phil Braga (violão e voz) e Gema (cajón). João é filho de dois grandes nomes da música brasileira, o cantor e compositor Zé Ramalho e a cantora Amelinha, e junto com Phil e Gema criou uma mistura musical onde rola desde hip-hop, rap e beats diversos até o samba, funk e rock. Com uma tradução original capaz de levantar e fazer cantar pessoas de todas as tribos.
Ivo Brown
A banda cearense vai colocar o público para pular no Reveillon Privilégio. Formada por 10 integrantes, essa banda toca essencialmente axé music. Foi a atração do Reveillon Privilégio 2011 e a pedidos, vai retornar novamente.
• Nicole Baldwin
Com dois anos de discotecagem na bagagem, a gaúcha Nicole Baldwin é uma insaciável apreciadora de arte, moda e música. Em suas apresentações, esbanja atitude destilando sets inusitados, sempre divertidos, tendo como base as refinadas batidas da House Music, agregando elementos de outras vertentes. Hoje é uma das residentes de um dos principais clubs de Porto Alegre, a Kimik.
• Gil Ferraz (LIVE VOCAL)
Gil Ferraz nasceu em Minas Gerais, mas com um ano de idade mudou-se para a Bahia. Aos sete anos já puxava blocos infantis em trios elétricos, na micareta da cidade (Miconquista), onde conheceu o vocalista da banda Asa de Águia, Durval Lelis, que por reconhecer seu talento apesar da idade, carinhosamente a apadrinhou de Gilmara Baby. Com este nome, a partir de então não parou mais de se apresentar em festas e eventos da cidade e região. Em 2007, em busca de novos trabalhos e oportunidades no mundo musical, mudou-se para a cidade de São Paulo, e a partir de então passou a trabalhar com bandas de renome nacional. Atualmente é uma das vocalistas do projeto brasileiro de maior sucesso internacional, Female Angels.
Fique ligado neste blog para ver o que vai bombar neste final de ano!
As potencialidades turísticas de Teresina e mais seis municípios piauienses estarão em destaque em mais uma edição da Feira das Américas que acontece de quarta (19) até sexta (21), no Centro de Convenções RioCentro, na cidade do Rio de Janeiro. A Prefeitura de Teresina estará representada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec) com demonstrações de potencialidades turísticas existentes na capital.
Realizada anualmente, a Feira das Américas é organizada pela Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV) e apresenta os produtos, serviços e destinos de vários expositores de diferentes partes do mundo.
José de Freitas, Castelo do Piauí, Buriti dos Montes e Campo Maior também terão representantes na Feira das Américas, mas além desses, fazem parte da Rota "Caminho Entre Rios", os municípios de Altos e União. No local, além da divulgação da cultura e do turismo local, através da distribuição de material publicitário sobre a capital e de outros pontos turísticos piauienses, acontece também a degustação de produtos da culinária local, como cajuína, doces e rapadura.
A Feira promove diversas atividades, como palestras e seminários de especialistas em desenvolvimento turístico, exposições com produtos característicos de várias cidades do país e possibilita aos visitantes trocar informações, conhecer novos produtos e ter contato com as principais tendências do expansivo mercado do turismo.
O SESC Piauí promove dia 25 de outubro às 19h30, no Palácio da Música, mais um concerto do Sonora Brasil - Sagrados Mistérios: vozes do Brasil, com a apresentação do “Quarteto Colonial”. O concerto tem acesso gratuito e visa divulgar bons repertórios musicais
O Quarteto Colonial é formado por Doriana Mendes, Daniela Mesquita, Geilson Santos e Luiz Kleber Queiroz. O repertório do grupo parte da obra do padre José Maurício Nunes Garcia (1767 – 1830), que foi mestre de capela da Sé do Rio de Janeiro e, posteriormente, da Capela Real, passando por compositores de vários períodos até chegar aos compositores da atualidade.
Em Teresina, o Quarteto Colonial apresentará as composições: Divertimentos harmônicos (Luís Álvares Pinto – 1719 – 1789), Cum appropinquaret (José Joaquim Nunes Garcia Lobo de Mesquita – 1746 – 1805), Obras para a Semana Santa (Pe. José Maurício Nunes Garcia – 1767 – 1830), O salutista hóstia (Alberto Nepomuceno – 1864 – 1920) e Ave Maria Nº 17 (Heitor Villa Lobos – 1887 -1959) e mais oito composições de música sacra (vide repertório abaixo).
O Quarteto Colonial vai apresentar concerto dia 26 de outubro às 19h30, no Teatro do SESC Avenida, em Parnaíba. O SESC também realizará o concerto do Quarteto Colonial dia, 28 de outubro às 19h30, no
O Rappa fará apresentação em teresina dia 26 de novembro em local a ser divulgado,vai ser um mega show com uma super estrutura de som e iluminaçao. Trata-se de uma banda brasileira conhecida por suas letras de forte impacto social. Seu ritmo não é exatamente definido nem mesmo pela própria banda. Embora seja de início principalmente reggae e rock, a banda também incorporou elementos de samba, funk, hip-hop, rap e MPB.
Um de seus maiores sucessos, a canção "Pescador de Ilusões", composta pelo baterista do grupo na época, Marcelo Yuka, tornou-se sucesso no CD em que foi lançada primeiramente, Rappa Mundi, e novamente no Acústico MTV de 2005, com o refrão "Valeu a pena, valeu a pena". O mesmo feito de popularidade veio com a canção "Me Deixa", também de Marcelo Yuka.
Em 2005 foi lançado o Acústico MTV, no qual a banda resgata alguns sucessos e outras canções nem tão famosas, do primeiro ao último disco lançado na época, e introduz duas canções inéditas: uma feita especialmente para o Acústico - "Na frente do Reto" - e outra que entraria em O Silêncio Q Precede O Esporro - "Não perca as crianças de vista" - mas ficou de fora da lista de canções.O Rappa já vendeu contando com álbuns de estúdio, ao vivo, álbuns de video, singles, ep"s e etc, mais de 5 milhões de cópias em todo o mundo.
Quem gosta da banda Calcinha Preta não pode perder o mega show que acontece dia 18 no Atlantic City a partir das 22 h. A banda Calcinha Preta é uma das mais famosas bandas de forró do Brasil e também é considerada uma das melhores, fazendo grande sucesso por todo lugar por onde passa, devido a qualidade de suas produções. A banda impressiona o público em todo o Brasil, com seu espetáculo de som, luzes e efeitos especiais de última geração. Suas canções, figurinos e coreografias produzem no público sensações verdadeira euforia.
Em meados da década de 90, o forró ganhou uma nova roupagem. O ritmo tornou-se mais acelerado, arranjos ganharam mais instrumentação, temas modernos inspiraram novos estilos de canções, e o palco passou a ser cenário de grandes espetáculos de decorações inovadoras, coreografias de dançarinos e efeitos especiais em luzes e sons. Surge então a era da revolução da música nordestina, e no contexto, Calcinha Preta surge com seu primeiro CD “A Banda de Forró Mais Gostosa do Brasil”, vendendo de imediato mais de 100 mil cópias, e atraindo milhares de fãs em todo o Brasil.0
São mais de 200 mil cópias vendidas no primeiro DVD, 200 mil no segundo DVD e mais de 3 milhões de CD’s vendidos ao longo dos 10 anos de carreira. Para incrementar tal sucesso e ampliar os horizontes, firmou-se em 2005 uma parceria com a empresa RC3, que faz um trabalho de marketing, divulgação e venda de shows nas regiões sudeste, sul e centro-oeste do país. Tal parceria tem consolidado ainda mais o trabalho iniciado no menor estado brasileiro, e que tomou conta dos quatro cantos do país.
Os garotos de calças coloridas e cabelos nada comportados trazem a Teresina sua nova Turnê. Trata-se dos garotos do Restat, banda de Rock Teen mais popular do Brasil. O show que acontece dia 29 no Taj Mahal e vai apresentar ao público o RESTART HAPPY ROCK SUNDAY!
A banda é um fenômeno musical que conquistou em pouco tempo uma legião de fãs. Assim que colocaram os primeiros vídeos na internet, o Restart chamou atenção pela força de suas composições e apelo visual, sempre colorido. Desde o começo a idéia era tratar de assuntos alegres nas letras e de forma positiva. O figurino, criado pelo guitarrista Koba, condizia com a mensagem. E antes mesmo que escolhessem um rótulo para classificá-los eles mesmos fizeram isso, batizando sua música de “happy rock”.
Entre outros feitos, o Restart criou um evento mensal que é mais que um show, é uma festa para os fãs se encontrarem, cantarem e se divertirem. É o local escolhido para lançamento de novas músicas, novos produtos com a cara da banda e o ponto de encontro da banda com os fãs.
Num desses “Happy Rock Sunday”, mais precisamente em outubro de 2010, que o DVD foi gravado. Para começar, Pe Lanza (voz e baixo), PeLu (voz e guitarra), Koba (voz e guitarra) e Thomas (bateria) são ótimos músicos, compositores das próprias canções. Com figurino especial, no cenário usado na turnê, eles desfilam uma coleção de 17 músicas dos dois CDs lançados da banda mais duas inéditas, “Esse Amor em Mim” e “Pedi Você”.
Entre os hits estão “Recomeçar”, “Levo Comigo”, “Pra Você Lembrar” e o novo single “Vou Cantar”. O DVD “Happy Rock Sunday” tem direção geral de Marcos Maynard e Guto Campos, direção de Fabrizio Martinelli (Polar Filmes), direção artística de Marcos Maynard e produção musical de Guto Campos.
No próximo dia 22 acontece o Festival "Piauí é Pop" no Atlantic City,. O evento vai reunir grandes atrações musicais brasileiras, como Seu Jorge e Nenhum de Nós, além das bandas piauienses Validuaté e Roque Moreira. O Piauí é Pop terá dois palcos, com equipamentos de som e luz de qualidade.
As atrações foram criteriosamente selecionadas. Seu Jorge, com 25 anos de carreira, é conhecido internacionalmente, e acumula dezenas de sucessos e vem a Teresina lançar seu novo trabalho. Recém-lançado, o álbum Música para churrasco já tem os hits “A doida”, “Dois beijinhos”, dentre outros, na boca do povo.
Desde que deixou o grupo Farofa Carioca, Seu Jorge tem uma carreira ascendente. Com maestria, ele mistura suingue e canta, como ninguém, o cotidiano do povo. Suas músicas embalaram a trilha sonora dos filmes Tropa de Elite 2 e Cidade de Deus.
A banda Nenhum de Nós com 24 anos de carreira, 1550 apresentações e mais de um milhão de discos vendidos, é referência no país e tem marcado presença nos mais importantes festivais do Brasil. O grupo volta a Teresina para contagiar o público com seus grandes sucessos em um show que será inesquecível.
O Piauí é Pop será o cenário de uma apresentação memorável da banda Roque Moreira, que fará seu último show antes da turnê agendada para América do Norte. Para os integrantes, o Piauí é Pop será um momento especial e a banda vai aproveitar para homenagear o Piauí com irreverência, mistura de ritmos e toda a sua experiência nos mais de 10 anos de carreira.
O evento tem ainda o talento, a criatividade e a energia da banda Validuaté, A banda fez temporada em São Paulo, fez shows em outros estados e para onde vai, é aplaudida pelo público e crítica. Os ingressos estão à venda na Ótica Diniz Prime, sede da Kalor Produções (Riverside), Overend e www.ingressosky.com.br. Mais informações pelo telefone 3230 2090.
A colunista Ruth de Aquino, da Revista Época, em seu artigo desta semana fala do culto em torno de Steve Jobs e o astro pop Justin Bieber. Achei interessante suas colocações pois se por um lado reconhece reconhece o talento e carisma dos dois, por outro ressalta não fazer parte das legiões de idólatras que ambos conseguiram e aponta os motivos para isso. Como Ruth, não vejo razões para elevarmos seres tão mortais quanto nós ao panteão dos deuses. Deus para mim só existe um - o do céu. Este sim é digno de adoração.
Jobs e Bieber: sobre ídolos e seguidores
Ruth de Aquino
A idolatria explícita, a um astro pop que morre e a um astro pop que nasce, me deixou aturdida na semana passada. Eu sei. Há um oceano imensurável entre o americano Steve Jobs e o canadense Justin Bieber. Além dos quase 40 anos que os separam, suas áreas de atuação não poderiam ser mais diferentes. Estamos falando de um showman e de um showboy, com um carisma que vai muito além do sucesso profissional. Vi um grau de comoção bem semelhante entre os seguidores de um e de outro no Brasil nos últimos dias. Uma comoção diante de espetáculos antagônicos, a vida e a morte.
Talvez eu compreenda mais as velas virtuais e o choro de quem perdeu o guru da Apple do que os desmaios, histerias e convulsões diante de um menino de óculos escuros que ainda deve comer maçã com cereal e leite no café da manhã. Mas isso se explica facilmente por minha idade, a mesma de Jobs. O fenômeno Bieber é algo que passa muito ao largo de minha história e de meu gosto musical. Se eu tivesse uma filha, quem sabe olharia com mais simpatia as moças que, diante do rapaz bonitinho e com voz afinada que imita os passos de Michael Jackson, gaguejam, deliram, brigam, se empurram, se espremem contra a grade, pulam a grade, passam mal.
Porém, mesmo que todas as minhas atuais ferramentas de contato com o mundo tenham sido idealizadas por Jobs, não consigo derramar lágrimas reais pelo desaparecimento do CEO. Sua principal função na vida era maximizar o lucro e valorizar sua empresa na Bolsa – o que fez com uma competência sobre-humana. Lamento muito sua morte precoce. Sou grata, no meu cotidiano, ao gênio inventivo de Jobs. Admiro sua perseverança, seu entusiasmo diante de suas criações, seu charme e estilo, sua capacidade de trabalhar até o fim, vivendo o câncer em público. Era um vencedor, uma águia inspiradora. Daí a transformá-lo em Deus... Jobs nunca seria meu guru.
Como todos nós, Jobs tinha limitações. Uma de suas limitações é mais comum do que se imagina no mundo moderno das grandes empresas. Assim como o fundador da Apple, há chefes que vão à Índia, tornam-se zen-budistas e, de volta à vida real e ao contato com seres de carne e osso, humilham os que nunca serão brilhantes. Porque se sentem, eles mesmos, iluminados.
Vi um grau de comoção semelhante entre os seguidores de um e de outro nos últimos dias. Da idolatria, estou fora Não sou referência para falar sobre os seguidores porque nunca tive guru – político, cultural ou religioso. O mais perto que cheguei da idolatria foi assistir a Help, dos Beatles, cinco vezes seguidas no cinema. O filme, de 1965, era para dançar, e dançávamos no escurinho do cinema. Mas eu não gritava nem me descabelava. Não sonhava com Paul nem John. Por vezes, imagino a sensação de catarse numa multidão em transe. Mas fico cansada logo.
Nunca passei nem passarei pela experiência de ficar acampada por dias numa fila para ver alguém cantando num telão e disputar hambúrguer ou banheiro. Quando testemunho, pela televisão, o descontrole das tietes de Bieber, me pergunto como deve ser amar um ídolo carnal de maneira mística. Talvez eu tenha perdido algo, mas não percebi.
Tanto Jobs quanto Bieber sofreram adversidades na vida. Jobs foi dado para adoção, só completou seis meses de universidade, dormia no chão no quarto de amigos para poder assistir a aulas como ouvinte, recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos e comprar comida, andava 11 quilômetros para ter uma boa refeição no templo hare krishna. Bieber era pobre, os pais se separaram quando tinha 1 ano, sua mãe dava duro para sustentá-lo, ele dormia num sofá azul na sala, havia ratos e ele chegou a viver de doações de uma igreja, que fez uma festa beneficente para lhe dar uma bateria.
Quem não se comove com histórias de superação como essas? A fortuna de Jobs foi calculada em US$ 8,3 bilhões. A do adolescente Bieber, em US$ 150 milhões. O cantor vendeu, em dois anos, 9 milhões de discos. O fundador da Apple vendeu 100 milhões de iPhones em quatro anos e meio. Dois mágicos hipnotizadores de multidões, vendendo fantasias no palco em escala global. É preciso reconhecer o talento e o carisma de ambos. Mas, da idolatria, eu estou fora. (0s termos grifados refletem na íntegra o pensamento da blogueira)