Sábado, 25 de maio de 2013
Zemarx

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Beatles cover volta à Teresina no próximo dia 10 de agosto

Quarta-feira, 4 de julho de 2012

Beatles cover volta à Teresina no próximo dia 10 de agostoConfirmado para a próxima sexta-feira, dia 10 de agosto, às 22 hs, no palco principal da AABB, zona leste de Teresina, a apresentação da banda paulista que faz um dos melhores covers dos Beatles com o show All You Need Is Love e Orquestra. “O cachê já foi adiantando, depositado na conta da banda, pra evitar aquela coisa de vem não vem”, diz Raimundo Gomes, da RG produções, responsável pela realização do evento, que já produziu outros shows como Zeca Baleiro. Ele explica que banda Beatles Cover já veio aqui algumas vezes, mas, na ultima vez, teve problemas com outra produção local. Raimundo acrescenta que essa é uma produção independente e ele é novo produtor do evento. “Eu estou trazendo a banda, que já está com passagem tirada, cachê pago e material impresso todo pronto. Aliás, se antecipe, porque camarote com acesso ao front e a pista são limitados”, explica. Os ingressos já estão disponíveis nos locais de sempre na Banca do Joel (Praça Pedro II), Banca do Zezinho (Praça João Luis Ferreira), Loja Maxsushi (Riverside), AABB e, agora, na loja Liping tuning, que fica na rua 13 de maio, sul, em frente ao colégio Paulo Ferraz. “Ao todo são 13 pessoas. A banda sai de São Paulo às 21h, da quarta-feira e chega a Tereina na madrugada da quinta, quando vai ficar disponível para entrevista na impresa local”, finaliza Gomes. 04/07/12


Livro mostra exemplo de arborização em Teresina

Segunda-feira, 11 de junho de 2012

Livro mostra exemplo de arborização em TeresinaMAIS INFORMAÇÕES - 8865 3492/99316415

O conjunto residencial Saci, situado na zona sul de Teresina, vai ser tema do livro O Saci é verde, do jornalista Zemarx. A publicação, que está em fase de produção, mostra o manancial arbóreo do bairro e as experiências exitosas de plantio de arvores, principalmente frutíferas, estacando as várias iniciativas individuais dos moradores do bairro.

O trabalho tem o apoio da PMT - Prefeitura Municipal de Teresina, através da SEMAR – Secretaria Municipal do Meio Ambiente, da FURPA – Fundação Rio Parnaíba, além da Associação dos Moradores do Saci. A previsão é que a publicação esteja pronta até meados do mês que vem e será lançada em breve na praça das Palmeiras, principal do bairro, com grande festa e venda do livro, que também vai ter muito samba e pagode.

O Saci é verde conta histórias de resistência de alguns moradores na defesa do meio ambiente, como a do funcionário público James Sucupira que implantou, além de belas arvores na avenida principal do bairro, um belo espaço de entretenimento próximo ao principal campo de futebol e sonha ainda em construir mais espaços de interatividade dos moradores.

O trabalho destaca ainda algumas experiências como a da FURPA, com o projeto de implantação de plantas nativas nas margens do Rio Parnaíba, próximo ao conjunto Acarape, na zona norte, e do ex-reitor da UFPI – Universidade Federal do Piauí, Anfrisio Neto, além de falar da iniciativa da associação dos moradores de criar um Parque Ambiental numa área entre o conjunto e o rio Parnaíba.

21/05/12


Conselho Estadual de Cultura - Civilidade e Barbárie

Segunda-feira, 11 de junho de 2012

Conselho Estadual de Cultura - Civilidade e BarbárieNo último fim de semana um amigo de comportamento atento, entregou-me cópia da coluna Echos da Chapada, escrito semanal do Professor Cineas Santos, no jornal O Dia. Publicado no dia 12/05/2012 com o título “O Sagrado Direito de Espernear”, o respeitado Professor trata sobre a composição do atual Conselho de Cultura do Estado, considerando “incivilizadas” algumas opiniões de artistas e produtores sobre o pleito.

O amigo interpretara que a escrita seria dirigida a mim, pois participei do processo de escolha dos membros do Conselho pela Assembleia Legislativa, não fui eleito, e de fato andei reclamando do que vivera naquele decurso. No entanto, após ler a matéria, afirmei ao afeiçoado que o teor expresso pelo Digníssimo não me envolvia, pois, em sua maior parte, trata de defender a ilustre figura do Professor Paulo Nunes, a quem jamais destratei. Ao contrário, sei muito bem de sua importância para a cultura do Piauí e, especialmente, para o Conselho de Cultura do Estado. Portanto, ao contrário, tenho profundo respeito e consideração pelo intelectual e cidadão M. Paulo Nunes.

Quanto à insatisfação que reporto, tem a ver com o atual processo de escolha dos membros do Conselho, instrumento importante para o processo democrático e que deve sim primar pelos interesses do patrimônio cultural dos piauienses. E se tivermos que mudar a Constituição por conta disso, já o faremos tarde. Desnecessário afirmar que não há nada pessoal com nenhum dos eleitos. E sobre isso haveremos de ter o amadurecimento cabível. Mas, percebam se o processo é legal, ou melhor, correto ou ético, já que a Lei permite artimanhas inescrupulosas e, por isso, tudo vai se tornando civilizadamente suportável.

No meu caso, e será muito importante alimentar a discussão com as diversas opiniões sobre o certame e a cultura do Piauí em geral, que concorri pelas candidaturas da Assembleia Legislativa, entreguei nos gabinetes de cada um dos Deputados uma Carta de Apresentação e Currículo. Algo que deveriam pedir no ato da inscrição. Não o pedem! Aliás, muita gente, inclusive ex-deputados, me afirmava que nada daquilo que entregara seria lido por nenhuma das Excelências. Fiz contato pessoal com alguns, que não tiveram tempo para melhor apresentação ou ouvir qualquer ladainha de meu histórico. Apenas para um falso apertar de mãos. Desconfiado de articulações bem mais interessadas que as minhas, fui até o atual Diretor Geral da TV Assembleia, Sr. José Gomes, e propus que realizasse debate em seu programa diário com os candidatos ao Conselho - O que poderia enriquecer e dar credibilidade ao processo. Este ficou de ver e só após ocorrência do pleito me perguntou como fora o resultado. Por três vezes mantive contato direto com o Secretário da Presidência da Assembleia, responsável pelas agendas das discussões no plenário, Sr. Marlon, para informações sobre o dia da arenga e, deste, só tive desinformações. Já próximo ao intento, 2 (dois) dias antes para ser exato, retornei ao sujeito e mais uma vez procurei a exatidão da agenda. O adstrito me informa que o Presidente da Assembleia, Sr. Themístocles Filho, viajara e nada ocorreria sem sua presença, mesmo porque este teria interesse pessoal sobre a pauta. Então tudo seria realizado, segundo ele, pela semana seguinte. Era uma quarta-feira. Na sexta-feira recebo telefonema da Deputada Flora Izabel, que defendia minha candidatura e estivera com problemas de saúde, já por volta das 12 horas, perguntando se sabia algo da votação para o Conselho, pois vira 2 (dois) outros candidatos presentes ao plenário. Respondi com a informação que me fora dada. Deputada então apura com a agenda da Casa e em seguida me liga dizendo que o processo de eleição já iria começar, contando inclusive com a presença do Excelentíssimo Presidente. Estava eu em compromisso distante daquele ambiente e ainda teria que voar até em casa para pôr paletó, pois a participação em sessões plenárias só é possível com tal indumentária. Pensei e, como tinha informação que os presentes têm laços familiares com a Casa, vi que a coisa não era séria. Então, Senhores Professores, os Deputados, e certamente há exceções, de forma irresponsável, votam sem saber em quem. Nem histórico ou currículo no ato de inscrever candidatos e muito menos quando da votação. E ainda tratam de desinformar candidatos em favorecimento de outros. É essa a civilidade que devemos conviver? Silenciar diante de artimanhas espúrias? Concordar com uns bonachões que por todo o tempo fazem acordos desinteressantes para a sociedade e não dão a mínima para a cultura do Estado? Assim, a barbárie nos fica mais nobre!!!

Outro motivo pelo qual reclamo é sobre a permanência infinda, não regulamentada, dos membros do Conselho de Cultura - assunto que, tecnicamente, trato em próxima oportunidade. E naqueles em que seus membros recebem gratificações, como o do Piauí, pior ainda. Não que seja contrário a alguma remuneração destes entes. Mas não podemos nos distrair de que a função de Conselheiro é um serviço que se presta à coletividade, sendo esta instância fundamental ao processo democrático. Por isso, muitas destas comissões Brasil afora têm caráter voluntário e ninguém recebe dividendo algum. Só participa quem realmente tem interesse e compromisso com a matéria. Nas reuniões do Conselho, portanto, Professores, olhem ao redor e se compenetrem em perceber dentre os presentes, quem estaria ali pela energia de um impulso solidário. Somente destes espíritos é que precisamos para compor o Conselho Estadual de Cultura.



Jairo Gomes Araújo

Sociólogo e Produtor Cultural


Artista vende patrocínio de música por apenas R$ 800 cada

Segunda-feira, 11 de junho de 2012

Artista vende patrocínio de música por apenas R$ 800 cadaJá que o CD ou DVD não têm mais tanto valor comercial, quem se interessar, pode patrocinar uma música do cantor e compositor Zemarx. Por apenas R$ 800 os interessados, pessoas físicas ou jurídicas, vão poder ter seu nome associado a uma música de um compositor local. O repertório, de autoria do próprio compositor, é de samba, e está à disposição dos interessados em anexo.

Ainda sobre o repertório, Zemarx revela que são sambas com temáticas que vão desde as brigas de amor, como em A Prima, Desejo, Dias de mim que chorei e Frio em Teresina, até a gloriosa Homenagem à Batalha do Jenipapo e as poéticas Praia do Coqueiro, A ferro e fogo e Um Samba pra Dolores. Outras músicas mostram o dia-a-dia da cidade como em Boca da Noite, Samba do Gaúcho e Não Vacile João.

A produção musical é do músico piauiense Dimota, que mora em São Paulo há 10 anos e tem garantido a qualidade em três outros trabalhos do Zemarx. O trabalho já está sendo produzido e, no prazo de 30 dias, deverá está sendo tocado nas emissoras e veiculado em alguns sites na internet.

29/05/12


Fogueira das vaidades: Esquenta briga contra eleição no Conselho de Cultura do Piauí

Segunda-feira, 11 de junho de 2012

 VEJA MATÉRIA DO ATOR JOÃO VASCONCELOS, PUBLICADA NO BLOG DO TAMBÉM ATOR MANECO, CRITICANDO A ELEIÇÃO DO CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA DO PIAUÍ. NESTA PUBLICAÇÃO FOI CONSEVADO O COMETÁRIO INICIAL DE MANECO. CONFIRA!

Recentemente, uma nova eleiçao ao Conselho Estadual da Cultura – CEC, para um mandato de dois anos, ocorreu em clima de coro desafinando as velhas e gastas notas da música tradicional. Houve quem discordasse do resultado; houve publicação, no Diário Oficial do Estado do Piauí, de nomes que depois foram sustados porque eram de composição diferente das listas de gabinetes e indicações políticas e governamentais.

E houve uma saia justíssima para corte e costura e não a justiça de indicações, haja vista que a lista da Presidente da FUNDAC, Bid Lima, a publicada intempestivamente no D.O., ser diferente da que deveria ter sido enviada pelo trânsito burocrático do Karnak. Sobre o assunto já houve manifestações publicadas de Z. Marques, Cineas Santos e Jairo Araújo e, aguarda-se, a versão de Severino Santos.

O amigo, João Vasconcelos, (um dos preteridos da lista publicada, erradamente, no D.O.) também quis se manifestar sobre o tema e como não nego informação a ninguém, abri a plataforma de meu canal de comunicação para que tivesse seu inquieto direito de resposta. As informações contidas, a seguir, são de inteira responsabilidade do autor.



Fogueira das vaidades

por João Vasconcelos

“O dicionário, pai dos burros, é também pai dos ditadores, arrogantes e preconceituosos. Um grupo de artistas que tem atitude e que não está para espernear, porque isto seria coisa de criança mal criada, não compreende e questiona o fato de entrar e sair governo e o Conselho de Cultura do Estado, que não tem caráter vitalício, manter membros no seu Conselho por vários mandatos e o seu presidente, por mais de vinte anos.

Não questionei e nem estou questionando a competência dos membros do Conselho, mas convenhamos, as mudanças são necessárias até porque não vivemos mais na ditadura. Para quem tanto faz estar no Conselho ou não, lembro que o convite é feito, mas nada obriga a aceitá-lo, porque cultura alegre não se faz com meia dúzia de amigos particulares.

Houve um engano de entendimento porque não há da classe artística pedido para que membros do Conselho se tornem sindicalistas, bobos da Corte ou percussionistas, se bem que um tambor não faz mal a ninguém. A Casa construída pela Secretaria de Educação deveria ser mais dinâmica, dividindo-a efetivamente com a comunidade, pois isto é possível e não transformar a sede do Conselho em um oratório de confraria protegida por favores políticos.

Um artista irritado, de trinta e poucos anos, não falou que o presidente está lá a seiscentos anos e sim trezentos, e não sabia que o homem das letras precisava de fiel escudeiro. Da questão de quem seja preterido ou não, não custa lembrar que quem defende hoje a cultura do ventre de 50 anos atrás, perdeu a eleição direta como representante de uma entidade cultural de classe para um rapaz de vinte e poucos anos, representante do SATED – PI.

Fato atual e estranho. Dias atrás numa reunião do Conselho que acontece de 10 às 12 horas, teve os serviços encerrados mais cedo, às 11 horas, para que mais tarde continuasse na FUNDAC, sem a presença de três membros eleitos pelas entidades culturais de classe. Estranho não?

Não queremos que troncos velhos culturais desapareçam, porque são de raízes também sociais, mas a sociedade avança e quem não pode vestir figurinos da hora dos artistas descontentes do novo momento, deveria deixar a bancada porque política é feita com energia, desafios e olho no futuro desenhado por novos perfis e novas idéias.

Paciência é ouro e arroubo de ofensa transferida ouro de tolo. O sociólogo Jairo Moura fez uma ótima defesa sobre a necessidade de transparência da eleição para composição do Conselho, mas dizer que não deve haver jeton para conselheiro é nadar na contramão da política de justiça de direitos. Se deputado ganha mais de 80 mil reais como ajuda de custos de gabinete, porque que conselheiros teriam que trabalhar sem receber o mínimo que é 2 mil reais, em comparação com a ajuda graciosa parlamentar?”

João Vasconcelos, ator e promotor cultural da cidade.

Teresina, 06 de junho de 2012



Fonte: maneco


O GRANDE FESTIVAL SALIPI TEM INICIO NESSE PRÓXIMO MÊS DE JUNHO

Segunda-feira, 28 de maio de 2012

 Kerolaine Santos 27 de Maio de 2012 23:50

O GRANDE FESTIVAL SALIPI TEM INICIO NESSE PRÓXIMO MÊS DE JUNHO, E A QUINTA FEIRA É O NOSSO DIA .... TODA A BELEZA DA MPB. VAI SER LINDO DE MAIS

Quem abre a quinta às 19h é O Grande Artista Vavá Ribeiro com suas lindas canções, levando ai mais de 1h de apresentação.. Já apresentando seus novos e grandes sucessos.

QUINTA (14/06)

19h – Vavá Ribeiro

E encerrando a Quinta Cicy Arcangelo, trazendo uma apresentação cheia de surpresas e novidades, com suas Interpretações que veem chamando atenção e apresentando suas canções autorais..

QUINTA ( 14/06 )

20h40min – Cicy Arcangelo

Preparem amantes da MPB, Seus Isopores de Latinha que a noite Promete.. E lembrando Evento vai ser na praça e aberto ao Público..o que melhor. — em Praça Pedro II


Quer ganhar R$ 2.200 por quatro dias de trabalho por mês

Quinta-feira, 10 de maio de 2012

Quer ganhar R$ 2.200 por quatro dias de trabalho por mêsQuer ganhar R$ 2.200 por quatro dias de trabalho por mês



Os interessados neste dinheiro vão ter que aguardar. Os nove eleitos já foram escolhidos no mês passado e vão passar os próximos três anos com a garantia de receber mensalmente o valor de R$ 2.200 para participar de quatro sessões no CEC – Conselho Estadual de Cultura do Piauí. O diferencial da escolha deste ano é que três candidatos foram indicados pela FUNDAC – Fundação Cultural do Piauí, órgão oficial da cultura do Estado, mas não foram empossados no cargo, o que acabou demonstrando um total desprestigio daquele órgão governamental.

“No primeiro instante fiquei muito chateada, me senti desprestigiada. Não, enquanto pessoa, mas enquanto Fundação Cultural, pela situação que foi colocada. Claro que fui até ao Palácio de Karnak saber qual foi o motivo (...) A dona Graça (?) me disse que foi um erro das pessoas que publicam o Diário Oficial. A minha lista estava lá, bem como a lista do Dep. Átila, Secretário de Educação”, diz Bid Lima, presidente da FUNDAC.

Ela explica ainda que recebeu um documento do KARNAK, solicitando a indicação dos três nomes para compor o CEC e que assim o fez. Bid diz que os três nomes, sendo o produtor cultural João Vasconcelos, o coreografo Valdemar Santos e o diretor de teatro Arimatan Martins saíram no Diário Oficial, o que foi celebrado com alegria e comemoração. “Não sei como foi feita esta eleição. Não fui comunicada, não sei como se coloca esses nomes para eleição. Houve uma chateação muito grande da minha parte, liguei para as pessoas e pedi desculpas (...) Fiquei numa situação constrangedora”, continua Bid.

Para o professor Paulo Nunes, que tem quase vinte anos no CEC e continua por mais três anos, houve apenas um equivoco da FUNDAC. Mas, ele não consegue explicar o imbróglio e prefere afirmar que “nunca pedi para ser nomeado. Estou aqui essa temporada toda, já por cinco ou seis mandatos, mas nunca pedi para ser nomeado”, retruca o professor que também defende os outros indicados. “O Cinéas Santos e, igualmente, a conselheira Francisca idem”.

“Não é só pela questão financeira. É porque eu acho que as pessoas têm que serem mudadas. Elas têm que entender que não podem se perpetuar (...) Eu acho que eu poderia modernizar a forma como as coisas acontecem lá. Sozinho não, pois ninguém faz nada sozinho (...) As pessoas que estão lá, estão acomodadas como, por exemplo, Pedro Costa, Severino, Cinéas Santos, professor Paulo Nunes __Que está lá há trezentos anos e ninguém sabe na cidade nem quem ele é. Eu sei, mas 70% da população cultural não sabe quem ele é”, diz um dos indicados/rechaçados João Vasconcelos, acrescentando: “Acho que tem uma pauta que o CEC deveria se aprofundar nela, que é procurar a classe artística para e ir atrás da Secretaria de Cultura deste Estado. Só a FUNDAC não resolve mais”.

Indicações deixam artistas grilados

Nos bastidores foi dito que, até mesmo, o músico Vavá Ribeiro, que nunca demonstrou interesse por uma participação política mais ativa, foi indicado para o CEC pelo jovem deputado Fábio Novo, que teria se confessado fã e amigo do cantor/compositor. Porém, a situação mais esquisita foi a do produtor cultural Jairo Araujo, que concorreu a uma vaga pela ALEPI - Assembléia Legislativa do Piauí. “Eu fiquei em quarto lugar, são eleitos três pela ALEPI: __ Porque não sou o suplente?”, pergunta angustiado o produtor.

Ele mesmo responde: “Primeiro, é que os deputados não sabem de nada sobre as pessoas que estão sendo candidatas. Então, fica uma coisa de “panelinha”. __Quem tem uns amiguinhos lá, deputado, que pode cooperar com outro e tudo mais. Os deputados não têm o mínimo cuidado de saber quem é que vai participar deste Conselho”, desabafa Jairo que também critica o fato de pessoas estarem há muito tempo no CEC. “Eu sei muito bem da importância do professor Paulo Nunes para o CEC. Mas, acho que é preciso ter uma regulamentação a respeito disto e deixar, no máximo, dois anos. Perpetuar as pessoas e ficar nessa coisa de empreguismo!?...”.

O repentista Pedro Costa, escolhido pela Fundação dos Repentistas, entre as três vagas da sociedade civil, demonstra satisfação com todo esse processo e afirma que não há perpetuação de conselheiros. “São pessoas que vêm prestando um bom serviço para a cultura. O Governo trabalha com pessoas que já vêm somando. Trabalha com pessoas dinâmicas (...) Não acho um desprestigio da FUNDAC. O Governo tem três vagas e já tinha escolhido os indicados.

O papel do Conselho

Diferentemente do Conselho Municipal de Cultura de Teresina, que está desativado, mas tem força deliberativa, o CEC tem papel meramente normativo e consultivo, quer dizer, não decide nada, apenas sugere. “Quem deve compor o CEC são pessoas com notório saber, capacidade intelectual e artística, de tal maneira que possa ter uma visão geral de políticas culturais. O que nós podemos questionar é o papel do CEC hoje no Piauí, saber se o que ele delibera é acatado”, diz o desenhista e produtor cultural Albert Piauí.

Para o músico Severino Santos, que já tem um mandato e foi novamente escolhido, desta vez, pelo Projeto Música Para Todos, a descentralização das atividades do CEC, com atividades educativas e culturais nos municípios, e a luta pela criação da Secretaria de Cultura do Piauí foram duas grandes propostas que ele defendeu e vai continuar defendendo no CEC.

“Os artistas piauienses acostumaram-se a receber um cachê do Governo do Estado para alguns shows do projeto Boca da Noite e outros espetáculos, ou ter um cargo de confiança no Governo. Nunca foram a luta (...) Por isso, a maioria das entidades não são legalizadas. Na hora de concorrer a um Edital ou, até mesmo, concorrer a uma vaga no CEC, algumas estavam irregulares e não puderam concorrer”, diz Severino.

Para ele, a perpetuação de conselheiros naquele Conselho deve-se á desorganização dos próprios artistas. “__Ninguém está lá porque é uma ditadura. O processo é democrático! Exceto o representante do Governo do Estado, onde o governador pode indicar quem quiser. Mas, na Assembléia, tem um processo de eleição, nas entidades também. Alguns artistas dizem assim: __Mas, eu não fui comunicado, como se o Governo ou a Assembléia tivesse a obrigação de mandar uma carta para ele informando que o Edital está aberto, rsss”, afirma Severino.

Apesar de afirmações fortes, ele afirma que, como conselheiro, contribuiu muito neste processo quando mandou emails com informações sobre o processo para todas as entidades que tinha contato. “De toda as entidades contatadas, só sete inscreveram-se”, finaliza Severino.

CONHEÇA OS NOVOS CONSELHEIROS

Poder Executivo

Manoel Paulo Nunes

Cinéas Santos

Francisca Maria Soares Mendes

Poder Legislativo

José Itamar Guimarães Silva

Maria Dora Oliveira Medeiros Lima

Wilson Seraine da Silva Filho

Sociedade Civil

Luis Severino Santos

Severo de Souza Barros

Pedro Nonato da Costa

Suplentes

José Elias Martins de Arêa Leão

Arimatan de Sousa Martins

Valfrido de Sousa Salmito

07/05/12


Quer ganhar R$ 2.200 por quatro dias de trabalho por mês

Segunda-feira, 7 de maio de 2012

Os interessados neste dinheiro vão ter que aguardar. Os nove eleitos já foram escolhidos no mês passado e vão passar os próximos três anos com a garantia de receber mensalmente o valor de R$ 2.200 para participar de quatro sessões no CEC – Conselho Estadual de Cultura do Piauí. O diferencial da escolha deste ano é que três candidatos foram indicados pela FUNDAC – Fundação Cultural do Piauí, órgão oficial da cultura do Estado, mas não foram empossados no cargo, o que acabou demonstrando um total desprestigio daquele órgão governamental.

“No primeiro instante fiquei muito chateada, me senti desprestigiada. Não, enquanto pessoa, mas enquanto Fundação Cultural, pela situação que foi colocada. Claro que fui até ao Palácio de Karnak saber qual foi o motivo (...) A dona Graça (?) me disse que foi um erro das pessoas que publicam o Diário Oficial. A minha lista estava lá, bem como a lista do Dep. Átila, Secretário de Educação”, diz Bid Lima, presidente da FUNDAC.

Ela explica ainda que recebeu um documento do KARNAK, solicitando a indicação dos três nomes para compor o CEC e que assim o fez. Bid diz que os três nomes, sendo o produtor cultural João Vasconcelos, o coreografo Valdemar Santos e o diretor de teatro Arimatan Martins saíram no Diário Oficial, o que foi celebrado com alegria e comemoração. “Não sei como foi feita esta eleição. Não fui comunicada, não sei como se coloca esses nomes para eleição. Houve uma chateação muito grande da minha parte, liguei para as pessoas e pedi desculpas (...) Fiquei numa situação constrangedora”, continua Bid.

Para o professor Paulo Nunes, que tem quase vinte anos no CEC e continua por mais três anos, houve apenas um equivoco da FUNDAC. Mas, ele não consegue explicar o imbróglio e prefere afirmar que “nunca pedi para ser nomeado. Estou aqui essa temporada toda, já por cinco ou seis mandatos, mas nunca pedi para ser nomeado”, retruca o professor que também defende os outros indicados. “O Cinéas Santos e, igualmente, a conselheira Francisca idem”.

“Não é só pela questão financeira. É porque eu acho que as pessoas têm que serem mudadas. Elas têm que entender que não podem se perpetuar (...) Eu acho que eu poderia modernizar a forma como as coisas acontecem lá. Sozinho não, pois ninguém faz nada sozinho (...) As pessoas que estão lá, estão acomodadas como, por exemplo, Pedro Costa, Severino, Cinéas Santos, professor Paulo Nunes __Que está lá há trezentos anos e ninguém sabe na cidade nem quem ele é. Eu sei, mas 70% da população cultural não sabe quem ele é”, diz um dos indicados/rechaçados João Vasconcelos, acrescentando: “Acho que tem uma pauta que o CEC deveria se aprofundar nela, que é procurar a classe artística para e ir atrás da Secretaria de Cultura deste Estado. Só a FUNDAC não resolve mais”.

Indicações deixam artistas grilados

Nos bastidores foi dito que, até mesmo, o músico Vavá Ribeiro, que nunca demonstrou interesse por uma participação política mais ativa, foi indicado para o CEC pelo jovem deputado Fábio Novo, que teria se confessado fã e amigo do cantor/compositor. Porém, a situação mais esquisita foi a do produtor cultural Jairo Araujo, que concorreu a uma vaga pela ALEPI - Assembléia Legislativa do Piauí. “Eu fiquei em quarto lugar, são eleitos três pela ALEPI: __ Porque não sou o suplente?”, pergunta angustiado o produtor.

Ele mesmo responde: “Primeiro, é que os deputados não sabem de nada sobre as pessoas que estão sendo candidatas. Então, fica uma coisa de “panelinha”. __Quem tem uns amiguinhos lá, deputado, que pode cooperar com outro e tudo mais. Os deputados não têm o mínimo cuidado de saber quem é que vai participar deste Conselho”, desabafa Jairo que também critica o fato de pessoas estarem há muito tempo no CEC. “Eu sei muito bem da importância do professor Paulo Nunes para o CEC. Mas, acho que é preciso ter uma regulamentação a respeito disto e deixar, no máximo, dois anos. Perpetuar as pessoas e ficar nessa coisa de empreguismo!?...”.

O repentista Pedro Costa, escolhido pela Fundação dos Repentistas, entre as três vagas da sociedade civil, demonstra satisfação com todo esse processo e afirma que não há perpetuação de conselheiros. “São pessoas que vêm prestando um bom serviço para a cultura. O Governo trabalha com pessoas que já vêm somando. Trabalha com pessoas dinâmicas (...) Não acho um desprestigio da FUNDAC. O Governo tem três vagas e já tinha escolhido os indicados.

O papel do Conselho

Diferentemente do Conselho Municipal de Cultura de Teresina, que está desativado, mas tem força deliberativa, o CEC tem papel meramente normativo e consultivo, quer dizer, não decide nada, apenas sugere. “Quem deve compor o CEC são pessoas com notório saber, capacidade intelectual e artística, de tal maneira que possa ter uma visão geral de políticas culturais. O que nós podemos questionar é o papel do CEC hoje no Piauí, saber se o que ele delibera é acatado”, diz o desenhista e produtor cultural Albert Piauí.

Para o músico Severino Santos, que já tem um mandato e foi novamente escolhido, desta vez, pelo Projeto Música Para Todos, a descentralização das atividades do CEC, com atividades educativas e culturais nos municípios, e a luta pela criação da Secretaria de Cultura do Piauí foram duas grandes propostas que ele defendeu e vai continuar defendendo no CEC.

“Os artistas piauienses acostumaram-se a receber um cachê do Governo do Estado para alguns shows do projeto Boca da Noite e outros espetáculos, ou ter um cargo de confiança no Governo. Nunca foram a luta (...) Por isso, a maioria das entidades não são legalizadas. Na hora de concorrer a um Edital ou, até mesmo, concorrer a uma vaga no CEC, algumas estavam irregulares e não puderam concorrer”, diz Severino.

Para ele, a perpetuação de conselheiros naquele Conselho deve-se á desorganização dos próprios artistas. “__Ninguém está lá porque é uma ditadura. O processo é democrático! Exceto o representante do Governo do Estado, onde o governador pode indicar quem quiser. Mas, na Assembléia, tem um processo de eleição, nas entidades também. Alguns artistas dizem assim: __Mas, eu não fui comunicado, como se o Governo ou a Assembléia tivesse a obrigação de mandar uma carta para ele informando que o Edital está aberto, rsss”, afirma Severino.

Apesar de afirmações fortes, ele afirma que, como conselheiro, contribuiu muito neste processo quando mandou emails com informações sobre o processo para todas as entidades que tinha contato. “De toda as entidades contatadas, só sete inscreveram-se”, finaliza Severino.

CONHEÇA OS NOVOS CONSELHEIROS

Poder Executivo

Manoel Paulo Nunes Cinéas Santos Francisca Maria Soares Mendes

Poder Legislativo

José Itamar Guimarães Silva Maria Dora Oliveira Medeiros Lima Wilson Seraine da Silva Filho

Sociedade Civil

Luis Severino Santos Severo de Souza Barros Pedro Nonato da Costa Suplentes José Elias Martins de Arêa Leão Arimatan de Sousa Martins Valfrido de Sousa Salmito 07/05/12


Show Tom Cleber: Compra antecipada de ingresso garante CD ou DVD

Quarta-feira, 2 de maio de 2012

A RG – Produções, produtora do show do cantor e compositor Tom Cleber, que acontece na próxima sexta-feira (04), às 22hs, na AABB de Teresina, zona leste da cidade, está dando um CD ou DVD para quem adquirir uma mesa para o evento.

“E um show de lançamento do novo CD do Tom Cleber que já vem sendo mostrado com sucesso no Maranhão, Amazonas, Pará, Tocantins, dentre outros, e vai ser no novo palco da AABB”, diz Raimundo Gomes, da RG.

De acordo com Gomes, serão disponibilizadas 300 mesas, mas poucos ingressos na pista. Ele explica que, para um show romântico como de Tom Cleber, a intenção dele é dar um bom atendimento, cerveja gelada e segurança para o público, a exemplo do que foi feito no show “A Noite da Jovem Guarda”, que foi sucesso.

Gomes acrescenta que Tom Cleber continua, no novo CD, cantando, além de composições próprias, grandes sucessos de Roberto Carlos, Fabio Jr, Vando, Almir Sater, dentre outros. “Inclusive, nesse novo CD tem muitas surpresas”, diz Gomes.

A mesa com quatro cadeiras está sendo comercializada ao preço de R$ 200, 00, sendo que o ingresso na pista custa R$ 30,00. “Os sócios da AABB (Em dias com a tesouraria do clube) terão desconto de 20%, sendo apenas uma mesa ou um ingresso na pista por sócio”, finaliza Gomes.

02/05/12


Tom Cleber e banda se apresentam dia 04 de maio em Teresina

Segunda-feira, 23 de abril de 2012

O cantor e compositor romântico Tom Cleber se apresenta em Teresina na noite de sexta-feira (04), às 22hs, na AABB, localizada na av. João XXIII, zona leste de Teresina. ““É muito bom esta de volta a Teresina, que é uma cidade a qual tenho muito carinho. É sempre bom receber esse carinho desse povo que eu gosto muito” diz Tom Cleber. “Tom Cleber é um dos cantores mais carismático e queridos do Brasil que virou fenômeno e vem mostrar seu mais novo show dia 04 de Maio no palco da AABB, em Teresina Com muito romantismo e uma pegada pop-sertaneja, Tom Cléber se transformou em sensação nos palcos, lotando casas de shows em todo Norte e Nordeste do Brasil”,acrescenta Raimundo Gomes, produtor local do show. As mesas e ingressos, que tem quantidades limitadas, já podem ser adquiridos na sede da AABB, bancas do Joel (Praça Pedro II) e banca do Zezinho (Praça João Luiz Ferreira) e no Makisushi (Riverside shopping e av. Homero Castelo Branco/Leste). “É o show completo com a banda e com um repertório que inclui novos e antigos sucessos de Tom Cleber”, finaliza Raimundo Gomes. 23/04/12


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