Quinta-feira, 24 de maio de 2012

Segue carnificina contra a mulher: Brasília e Esperantina registram bárbaros assassinatos

23/01/2012 10:08h

E a violência corre solta contra a mulher. Neste final de semana a vítima foi ASueli do Nascimento Silva,  encontrada morta por volta das 16h30min da tarde de hoje, na cidade de Esperantina, com 17 perfurações por todo o corpo.

De acordo com informações de populares, a jovem foi encontrada morta nas imediações do Clube Oazzis, precisamente nas proximidades da localidade Tapuio. Logo que foi encontrada o corpo de Sueli Silva foi levado para o necrotério do Hospital Regional Julio Hartman, onde os profissionais daquela casa de saúde tiveram bastante trabalho para fechar os locais atingidos pela faca.

O pai da vitima disse que não entende como uma pessoa teve a coragem de fazer tamanha brutalidade com a sua filha. A equipe de reportagem do jornalesp.com conversou com o Policial Civil Fernando Cunha que garantiu que as investigações sobre o suspeito já iniciaram com o objetivo de prender o assassino. Muitos populares que se encontravam no interior do necrotério acreditam que o crime foi passional. Informações preliminares dão conta de que possivelmente o crime aconteceu em um outro local e foi desovado nas proximidades do Clube social Oazzis.

Outra jovem vítima foi Ana Cléia de Sousa Nascimento, 23 anos, natural de Amarante – do bairro Areias (PI), foi assassinada, na tarde de ontem (21), com um tiro no peito, dentro da lanchonete Giraffas, localizada na movimentada região do centro de Taguatinga-DF, onde trabalhava como caixa há 02 anos. Tendo terminado um relacionamento há dez dias, o ex-namorado Cláudio Rodrigues, 32 anos, que também já foi funcionário da empresa por 10 anos e saiu por pedir demissão, foi ao local de trabalho de Ana e a chamou nos fundos da lanchonete onde não há câmeras de segurança e disparou um tiro certeiro no peito esquerdo da jovem.

O ocorrido abalou os funcionários que afirmam que no instante do assassinato Cláudio somente pedia que todos se retirassem do local. “Ele jogou a arma no chão, ao lado da vítima que gritava agonizando”, disseram eles. Ana foi socorrida pelos bombeiros, mas morreu no hospital de Taguatinga. Erinaldo Barros, cabo do 2º Batalhão da Polícia Militar, afirma que ele revelou que não aceitava ter perdido a namorada. À polícia, ele disse que encontrou a arma do crime, um revólver, calibre 38, num matagal, próximo de casa, em Santo Antonio do Descoberto-DF.

Em depoimento, ele nega que o crime tenha sido premeditado, mas a polícia não acredita na sua versão. Claudio será indiciado por porte ilegal de arma e por homicídio duplamente qualificado e já foi transferido para o departamento de polícia especializado. O corpo de Ana Cléia estará chegando amanhã (23) durante o dia, em Amarante, onde será velado e possivelmente sepultado.  

Fonte : Meio Norte e 180 Graus
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